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Importação de equipamentos gera déficit de R$ 3,6 bilhões ABIMED

Importação de equipamentos gera déficit de R$ 3,6 bilhões

Fabricantes demandam isonomia fiscal para os produtos locais.Com a meta de reduzir o déficit de sua balança comercial, o setor de equipamentos médicos e hospitalares já tem pronta uma pauta de reivindicações ao governo no âmbito da reforma tributária. A principal delas é a de que o produto fabricado no Brasil tenha as mesmas vantagens fiscais que o produto importado, quando este for adquirido por hospitais públicos e/ou beneficentes. Hoje, quando um hospital compra um produto importado, nenhum tributo incide sobre ele; porém, se o adquirir no mercado local, pagará todos os tributos, informa Pedro Henrique Fraccaro, superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo). “Não queremos privilégios, mas igualdade de condições”, pondera.Há anos, o mercado brasileiro de equipamentos médicos e hospitalares revela-se deficitário em sua balança comercial. No ano passado, o setor movimentou US$ 5,04 bilhões, dos quais US$ 4,33 bilhões relativos aos produtos importados e US$ 697,5 milhões em exportações, que contribuíram para um saldo negativo de US$ 3,64 bilhões, conforme dados do Ministério da Economia fornecidos pela Abimo. “De cada R$ 100,00 que o SUS gasta com equipamentos, R$ 60,00 são com produtos de fora”, informa Fraccaro.Fernando Silveira Filho, presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para a Saúde (Abimed), espera que a reforma tributária expresse o caráter essencial do setor da saúde e evite onerar algum elo dessa cadeia. “Qualquer aumento da carga tributária sobre o setor trará prejuízos ao Estado (via SUS), ao setor privado e, principalmente, dificultará o acesso da população às tecnologias disponíveis”, diz.Fraccaro, da Abimo, afirma que 60% das empresas desse setor são de pequeno e médio portes, com faturamento entre R$ 10 milhões e 15 milhões por ano. “Sozinhas, elas não conseguem montar a estrutura necessária para se tornarem exportadoras.” Ele destaca que a vantagem de exportar não é apenas a de trazer dólares para o país, mas de comparar produtos e investir em modernizações. “Se o empresário se limitar ao mercado nacional, ficará cada vez mais míope.”A crise mundial desabasteceu o mercado de equipamentos na área da saúde, causando um desequilíbrio imediato entre oferta e demanda, que se refletiu no aumento momentâneo dos preços internacionais, avalia o presidente da Abimed. “O custo logístico alto e a ace

Retorno ao escritório com segurança

Com a flexibilização do isolamento social provocado pela COVID-19 e a adoção do home office, as empresas começam a pensar no retorno ao trabalho presencial. Isso, entretanto, de forma segura para seus colaboradores, prestadores de serviços e visitantes. A ABIMED e seus associados estão estabelecendo protocolos de retomada com bastante cuidado, sempre em sintonia com as orientações dos Governos do Estado de São Paulo e Prefeitura Municipal da Cidade de São Paulo, bem como cuidados para os Grupos de Risco. A Associação realizou recentemente pesq

ABIMED apoia debate sobre os caminhos da telemedicina no cenário desenhado pela COVID-19

Com o objetivo de levar aos seus associados mais informações e s últimas novidades sobre os caminhos da Saúde no país, a ABIMED foi um dos patrocinadores do 9º Fórum LIDE de Saúde e Bem-Estar, realizado por teleconferência. Fernando Silveira Filho, presidente-executivo, representou a Associação no encontro e destacou que a participação nestes eventos fortalece um dos pilares da ABIMED, da Promoção do Acesso à Tecnologia, Inovação e Qualidade. Em época de isolamento social, destacados profissionais brasileiros e do exterior debateram o tema telemedicina.Os palestrantes convidados foram Ghada

Monitoramento Econômico de Produtos para Saúde

O monitoramento econômico para produtos de saúde tem sido um dos principais pontos de discussão na atualidade. Proporcionar opções para garantir a transparência e a ética tem sido a base para o debate do tema, que tem como meta fornecer à sociedade uma referência de preços. A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - acaba de aprovar um relatório do impacto regulatório sobre monitoramento econômico de produtos para saúde no Brasil e da submissão das consultas públicas referentes as resolução de Diretoria Colegiada, que tratam sobre este monitoramento, além de Instruções

ABIMED participa da 1ª Reunião do Comitê Executivo do Centro Brasileiro para a 4ª Revolução Industrial (C4IR Brasil)

Além de fundadora a Associação está presente no C4IR Brasil com o seu presidente-executivo, Fernando Silveira Filho, na função de vice-chairman do Comitê e com o seu Gerente de Brasília, Felipe Dias Carvalho, na função de Conselheiro Fiscal.Aconteceu nesta quinta-feira, 13/08, a 1ª Reunião do Comitê Executivo do Centro Brasileiro para a 4ª Revolução Industrial - C4IR Brasil - parceiro da Rede do Fórum Econômico Mundial para Governança Global da Tecnologia. O C4IR Brasil tem como metas estimular a adoção de novas tecnologias e melhorar a inserção do país nas cadeias globais de valor, ampliando a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras. O C4IR Brasil é uma iniciativa conjunta do Ministério da Economia, do Governo do Estado de São Paulo e do Fórum Econômico Mundial. Trata-se de uma parceria público-privada, concebida pelo Ministério da Economia, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, pelo Governo do Estado de São Paulo e apoiada por empresas de atuação global. “A ABIMED - Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde – vê no C4IR Brasil um fórum relevante e inovador para promover e influenciar polít
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