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CONGRESSO BRASILEIRO DE CANCEROLOGIA DISCUTIRÁ O FUTURO

O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Cancerologia O XXI CONCAN é um evento da área médica, promovido pela Sociedade Brasileira de Cancerologia, o órgão maior da cancerologia brasileira. Desde sua criação, em 1960, reúne Institutos de Pesquisa, Universidades, acadêmicos, pesquisadores e gestores da saúde das principais organizações do país, com o intuito de compartilhar as práticas e avanços científicos que mobilizam os profissionais desta área

Pesquisa Saúde 2018: UNIDAS lança panorama do setor

A UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde) promove no dia 8 de agosto coquetel de lançamento da Pesquisa UNIDAS 2018. O evento será realizado às 19h no Auditório da Afresp, em São Paulo (SP). Entre outras informações do setor de saúde suplementar, o levantamento traz os dados de aumento do custo médico-hospitalar. Nos últimos cinco anos (de 2013 para 2017), o índice foi de 89,4%. O valor da cobertura médica hospitalar saltou de R$ 3.107,58 (per capita ano) para R$ 5.855,78. De 2016 para 2017, a variação foi de 13,3%.Das internações, o maior gasto é com materiais. Representa mais de 23% do todo. Seguido por medicamentos (17,2%), diárias (14,9%) e honorários (12,8%). Transformando isso em n&uacu

Por que a demência afeta mais mulheres que homens

Diagnosticada com mal de Alzheimer em 2015, Brenda Whittle, de 75 anos, ainda gosta de quebra-cabeças, costura e dança. Novas atividades não lhe atraem muito, mas participar de testes clínicos de medicamentos para tratar a doença é uma exceção. Ela está tão acostumada com tomografias que chega a cochilar dentro dos aparelhos.Brenda é uma entre as mais de 50 milhões de pessoas no mundo inteiro que vivem com demência - uma categoria que engloba várias doenças e transtornos que afetam a memória e o processamento do cérebro, incluindo Alzheimer. Esse número está aumentando rapidamente. Globalmente, especialistas estimam que 75 milhões de pessoas viverão com demência em 2030, e 131,5 milhões em 2050. A maioria dessas pessoas são mulheres.Na Austrália, quase dois terços das doenças relacionadas a demência vitimam mulheres; nos EUA, dois terços das pessoas que vivem com a doença são mulheres. Em alguns casos, a demência supera "doenças femininas" mais conhecidas: mulheres americanas com mais de 60 anos têm duas vezes mais chances de desenvolver Alzheimer do que câncer de mama (câncer de mama continua sendo a principal causa de morte entre mulheres britânicas com idade entre 35 e 49 anos).E na Inglaterra, assim como na Austrália, a demência se tornou a principal causa de morte entre as mulheres, derrubando as doenças cardíacas do topo da lista.No Brasil, o número de pessoas com Alzheimer ultrapassa 1,2 milhão, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer. Mas não há dados mais específicos sobre as mulheres."Isso não pode ser sustentado por nenhum sistema de saúde - é demais em termos de números", diz Antonella Santuccione-Chadha, médica especialista em Alzheimer e baseada na Suíça. "E conforme mais e mais mulheres sofrem a doença, precisamos investigar as diferenças nas especificidades entre homens e mulheres".Boa parte da diferença de gênero está ligada a um dos maiores fatores de risco da demência: idade. Quanto mais velho você é, maior a propensão de desenvolver Alzheimer. Mulheres tipicamente vivem mais que os homens, então mais mulheres sofrem demência.Mas pesquisas recentes apon

ANS revoga resolução polêmica

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu revogar a Resolução Normativa 433, que estabelecia parâmetros para a cobrança de franquia e coparticipação nos planos de saúde.Na reunião, a diretoria informou a intenção de fazer uma audiência pública em que seria avaliada a possibilidade de se manter a Consu 8, norma que rege ambos os mecanismo até agora, a aplicação da nova resolução ou o desenho de

Indicações políticas e crise em planos de saúde põem ANS na berlinda

Na berlinda por conta de decisões controversas, o órgão regulador de planos de saúde vive uma crise interna e de imagem potencializada pelo loteamento político de cargos e por dificuldades econômicas do setor.A lista de problemas da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) inclui cargos vagos, indicações de diretores paradas e acusações de que a agência, que completa 18 anos, atende anseios privados.Desde junho, duas medidas colocaram o órgão na mira: o reajuste dos planos individuais em 10% e regras de franquia e coparticipação, que liberaram a cobrança dos usuários de planos em até 40% do valor de exames e consultas.medidas foram editadas em um momento delicado para as empresas. Em pouco mais de dois anos, 3 milhões de pessoas perderam plano de saúde no país."Diante da crise, os planos viram a oportunidade de emplacar a agenda que sempre quiseram: liberar preço e reajuste, fragmentar a oferta", diz Mário Scheffer, professor da Faculdade de Medicina da USP e pesquisador do tema.O apetite dos políticos também aumentou durante a crise, segundo depoimento do senador cassado Delcídio Amaral, concedido em 2016.O parlamentar declarou que havia "uma verdadeira 'queda de braço' para indicação de nomes para as agências reguladoras ligadas à área da saúde, até pela visibilidade negativa que o caso Lava Jato impôs aos setores de energia, engenharia e petróleo."Disse ainda que os senadores Eunício de Oliveira, Romero Jucá e Renan Calheiros, do MDB, tinham papel central nessas indicações.Atualmente, a diretoria colegiada da agência ainda é ti
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