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ABIMED bate-papo com alunos do PROAHSA  ABIMED

ABIMED bate-papo com alunos do PROAHSA

Carlos Goulart, Presidente Executivo da ABIMED, apresentou e debateu com aprimorandos, residentes e corpo técnico do PROAHSA (Programa de Estudos Avançados em Administração Hospitalar e Sistema de Saúde do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP), as características setor de dispositivos médicos.Goulart destacou a importância da tecnologia médica para o bem-estar do paciente ao ampliar o acesso aos tratamentos menos invasivos e para proporcionar mais eficiência e produtividade, contribuindo para a necessária sustentabilidade do setor. Goulart citou as especificidades da área de produtos para saúde como, a rapidez do ciclo de inovação, o processo de registro junto à Anvisa e demais órgãos reguladores, além de um panorama sobre a saúde no Brasil. Foi apresentado o cenário promissor do mercado de dispositivos médicos no Brasil e no mundo, com advento de tecnologias disruptivas a ainda considerando o aumento da demanda por qualidade de vida e o rápido envelhecimento da população.Os alunos se mostraram bem participativos com perguntas e debates. Segundo Goulart, a interação entre PROAHSA e ABIMED contribuiu na formação dos pós-graduandos ao ampliar o conhecimento e leque de atuação dentro do setor. Estiveram presentes alunos de diversas disciplinas: biomédicos, enfermeiros, fisioterapeutas e residentes.A ABIMED já realizou uma parceria com o PROAHSA em 2017 recebendo duas alunas para uma imersão no setor de dispositivos médicos, com visita ao Centro de Treinamento de empresa associada, participação em reuniões estratégicas, em projetos da Associação, além de contatos com executivos da área.Sobre o PROAHSA Leia mais
ABIMED na 6ª Reunião da Coalizão Interamericana de Ética  ABIMED

ABIMED na 6ª Reunião da Coalizão Interamericana de Ética

ABIMED, representada por Davi Uemoto, Coordenador de Compliance da Associação, participou da 6ª Reunião da Coalizão Interamericana de Ética no setor de dispositivos médicos. A Coalizão congrega associações de diversos países lat
Diretor do Inmetro fala sobre Novo Modelo Regulatório - NMR ABIMED

Diretor do Inmetro fala sobre Novo Modelo Regulatório - NMR

Gustavo Kuster, Diretor de Avalição da Conformidade do Inmetro esteve na ABIMED para apresentar aos associados o Novo Modelo Regulatório do Instituto que será lançando em breve pelo Ministério da Economia, por ter sido considerado um exemplo para outras instituições reguladoras.Segundo Kuster os pontos fundamentais para a nova r

Consultas médicas na palma da mão

Imagine um grupo de médicos, cada um em uma cidade do Brasil, trocando informações por voz, vídeo e imagem. A cena é mais trivial do que o futurismo profetizado no cinema, mas esse contato virtual é faceta das práticas da telemedicina no País. Desde junho de 2018, o Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desenvolve o projeto Regula+Brasil, cujo objetivo é reduzir as filas de espera no Sistema Único de Saúde (SUS).Segundo o coordenador de Inovação e Tecnologia do Sírio, Cesar Biselli, a telemedicina coloca o paciente no lugar certo, na hora certa. “Este é um dos lemas do programa: otimizar o atendimento e usar os meios disponíveis para isso”, explica.“Muito se fala que é preciso investimento robusto para a prática da telemedicina, mas se houver acesso a um smartphone e internet, é possível fazer muita coisa boa.” Biselli conta que, só em 2019, dos 181.597 casos encaminhados ao Regula+Brasil, 62.489 foram aprovados para consultas mais específicas após a aplicação de protocolos de teleatendimento ou discussão telefônica.Os outros dois terços (mais de 60%) foram atendidos via atenção primária. Apenas com uma triagem mais certeira, os casos mais graves viram a fila de espera para consultas e exames cair de 163 dias para apenas 6.Atualmente, o programa funciona em unidades de saúde

Inovação precisa considerar diversidade

Para desenhar políticas públicas, é fundamental levar em conta as diferenças sociais, raciais e culturais brasileiras. Marcadores específicos precisam estar contemplados em relatórios e pesquisas científicas e também na área da inteligência artificial (IA), espaços onde essa diversidade deve ser usada a favor do conhecimento.Para especialistas em tecnologia, por exemplo, nada melhor do que um país diverso como o Brasil para ensinar os computadores a entender como problemas de saúde podem afetar diferentes populações. No Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps) da USP, uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Alexandre Chiavegatto Filho cria algoritmos que conseguem diagnosticar pacientes, antecipar desfechos e indicar tratamentos e ações médicas, valendo-se do aprendizado de máquina.“Trabalhamos com dados públicos do Sistema Único de Saúde e também com informações fornecidas por hospitais, a partir de pesquisas feitas por eles”, explica Chiavegatto Filho.Funciona assim: a inteligência artificial aprende a tomar decisões com base em informações passadas a ela sobre casos anteriores. Os pesquisadores alimentam o sistema com uma quantidade grande de dados e o computador rapidamente encontra padrões e faz associações para analisar os casos e ajudar os médicos a tomar decisões mais bem informadas.Em outras palavras, a IA usa informações sobre pacientes atendidos anteri
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