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Atenção específica à saúde da mulher vira oportunidade para laboratórios

Com o objetivo de ampliar o portfólio de serviços e intensificar atuação em nichos estratégicos, redes de laboratórios de medicina diagnóstica apostam no público feminino para crescer. Entre os atrativos, está a frequência maior das mulheres em exames de rotina e maior chance de fidelização.Um dos exemplos de redes de medicina diagnóstica é o laboratório Femme – voltado especificamente para o atendimento de mulheres. “Decidimos focar totalmente no público feminino, considerando a demanda crescente desses pacientes por serviços médicos. Quando iniciamos a rede, em 2000, realizávamos dois mil exames por mês.Atualmente, esse número gira em torno de 300 mil mensalmente”, diz o CEO da rede, Rogério Ramires.Segundo ele, a proposta de atender apenas mulheres foi um dos pilares para viabilizar a estratégia de expansão do negócio, que atualmente 14 unidades em funcionamento.“Nosso ritmo deve ser de oito [novas unidades] por ano a partir de agora. Esse posicionamento também possibilitou investimento de fundos de investimento, como o aporte feito pelo L Catterton”, argumentou o executivo.Ainda de acordo com ele, a categoria de exames com maior demanda são os de sangue
Antonio Roberto Alvarenga, da Biotronik, é indicado para a vice-presidência do Conselho de Administração da ABIMED ABIMED

Antonio Roberto Alvarenga, da Biotronik, é indicado para a vice-presidência do Conselho de Administração da ABIMED

Antonio Roberto Alvarenga, vice-presidente da Biotronik para a América Latina, é o novo vice-presidente do Conselho de Administração da ABIMED. Alvarenga está na Biotronik desde dezembro de 2015, onde ocupou outros cargos de direção. O executivo possui 27 anos de experiência na área da saúde, tendo dirigido também, como gerente geral no Brasil e VP para a América Latina, algumas das principais companhias farmacêuticas do país, como Eli Lilly, Novartis, Abbott, Ferring, Shire e Merck Serono.Graduado em Farmácia e Bioquímica, Alvarenga possui especialização nas áreas de Finanças e Liderança de Empresas pela Universidade de Harvard e em Governança Corporativa pelo IBGC (Instituto Brasileiro

Senado aprova novo diretor para a Anvisa

O plenário do Senado aprovou, na quarta-feira (10/7), a indicação do médico Antônio Barra Torres para diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com isso, a Diretoria Colegiada da Agência volta a estar completa, com cinco diretores. Antônio Barra Torres é médico formado pela Escola de Medicina da Fundação Técnico-Educacional Souza Marques (Rio de Jane

Saúde e inovação

Em tempos de corte de verbas para a pesquisa científica, a certeza de que investir em inovação e ciência é o trampolim para o Brasil alcançar patamares mais elevados, na área do conhecimento, pode ser constatada por iniciativas de duas startups da capital mineira, Belo Horizonte — a cidade abriga centenas de empresas desse tipo, no denominado San Pedro Valley, numa alusão ao Vale do Silício norte-americano. Os projetos, ainda em fase experimental, mas com possibilidades concretas de expansão, visam, única e exclusivamente, ao bem-estar da população, através de instrumentos que aceleram o diagnóstico e melhoram os tratamentos cardíacos e oncológicos.Experimentos em fase de teste pelo Sistema Único de Saúde (SUS), num hospital filantr

Investimento em tecnologia é vítima da crise prolongada

Uma das diversas vítimas da crise econômica prolongada que o Brasil vem vivendo é o investimento em tecnologia. Talvez não seja tão dolorosa quanto o aumento do desemprego e da desigualdade, e a deterioração dos serviços públicos como educação e saúde. Mas é igualmente prejudicial devido às repercussões a longo prazo, freando a velocidade da esperada recuperação.Estudos recentes mostram que o Brasil vem perdendo terreno na área tecnológica, com raras exceções. Um deles compara o investimento em relação ao valor adicionado bruto e concluiu que o país está bem longe da fronteira tecnológica em 32 de 37 setores analisados na comparação com a taxa média registrada nos países Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O levantamento foi feito pelo pesquisador Paulo Morceiro, do Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (NereusUSP), e Milene Tessarin, pesquisadora da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), com base em dados da Pesquisa de Inovação (Pintec), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e outros colhi
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