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Como a inteligência artificial pode detectar o câncer

Sistemas de inteligência artificial (IA) se mostraram tão bons ou melhores que médicos para detectar tumores cancerígenos em imagens de pulmões captadas por tomografias computadorizadas.É o que mostra um recente estudo realizado por pesquisadores do Google e de diversos centros médicos, publicado na revista Nature Medicine. Ainda em desenvolvimento, a tecnologia não está pronta para uso geral, mas oferece um vislumbre do futuro da IA na medicina.O reconhecimento de imagens é uma das áreas mais promissoras da IA. As mesmas atividades que são feitas por humanos ao analisar exames de raio X também podem ser realizadas por computadores. Desde que eles sejam ensinados: inserindo um enorme volume de dados de

Ciesp Sorocaba transmite seminário que visa facilitar comércio exterior

A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP/CIESP) transmite Seminário Operador Econômico Autorizado (OEA), programa que visa facilitar o comércio exterior. Por meio do ComSaude (Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia) e em parceria com a ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios), aABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde) e o Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), promovem na próxima quinta-feira (01/08), das 9h às 12h, o Seminário “Operador Econômico Autorizado”.Sede Ciesp Sorocaba - crédito foto - Alexandre Maciel exteriorSede Ciesp Sorocaba – crédito foto – Alexandre MacielO evento será realizado na sede da FIESP, na capital paulista, e terá transmissão simultânea no auditório do CIESP Sorocaba, que fica na Avenida Eng. Carlos Reinaldo Mendes, 3260, Alto da Boa Vista.De acordo com o Diretor Adjunto do ComSaude e 1º Vice-Diretor do CIESP Sorocaba, Mario Tanigawa, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a Receita Feder

Telemedicina: uma área cinza

A Telemedicina é a evolução natural do cuidado de saúde no mundo digital. Essa é definição dada pela Associação Americana de Telemedicina. Para especialistas da área, nada mais é do que a prática da medicina à distância, de um modo mais acessível, custo-efetivo e que, de certa forma, aumente a experiência e o engajamento do paciente. Para deixar claro: não será uma substituta da medicina tradicional, mas uma forma adicional de entregar cuidado de acordo com as preferências/condições do paciente.Atividades que, antigamente, só eram possíveis de modo presencial, como transações bancárias, compras ou estudo, agora podem ser feitas por aplicativos, por aqueles que desejam. Por que não estender essa opção para a saúde? O debate pode parecer novo, mas existe desde 1880, quando o Lancet publicou um artigo sobre o uso do telefone para reduzir as visitas desnecessárias ao médico. Especula-se que o estudo foi motivado por consultas e pedidos de medicamento por telégrafo durante a Guerra Civil Americana (1861-1865).Avançando um pouco? para o século XX, na década de 50, quando a TV em preto e branco era novidade e smartphones nem pensavam em existir, os Estados Unidos realizaram a primeira consulta a distância, em um circuito fechado dentro de um hospital.Frequentemente chamada de “Telehealth” ou de “Connected Health”, a telemedicina ainda tem o seu escopo em definição pelos especialistas. De modo geral usa-se telemedicina para o exercício do cuidado/serviços assistenciais remotos para pacientes, como transmissões digitais de imagens ou consultas. A “Telehealth” é
O que falta para a Telemedicina se tornar Medicina? ABIMED

O que falta para a Telemedicina se tornar Medicina?

O uso das novas tecnologias no relacionamento entre médico e paciente ainda provoca muita discussão no setor de saúde no Brasil. Recentemente, o anúncio do serviço de consultas médicas online por parte da seguradora Amil, em parceria com o Hospital Albert Einstein, por meio de aplicativo, virou alvo de sindicância para apuração de irregularidades pelo Cremesp – Conselho Regional de Medicina de São Paulo.O novo serviço oferecido pela operadora prevê o atendimento virtual por videoconferência para cerca de 180 mil beneficiários. Também foi divulgado que 15 médicos do Einstein estariam responsáveis pelo serviço, no sistema 24 horas por dia. De acordo com nota do Cremesp, o Código de Ética Médica veta o atendimento à distância, autorizando-o apenas em casos de urgência ou emergência e na impossibilidade comprovada de realizá-lo presencialmente.Em alguns países, como os EUA, essa modalidade de atendimento já existe e é oferecido inclusive por uma famosa rede de farmácias, através de um app. Algumas operadoras começaram usar Telemedicina nos seus serviços. Por exemplo, a famosa americana Kaiser oferece a seus pacientes consultas médicas de 10 a 15 minutos através do telefone, como também, um site seguro onde os pacientes podem trocar mensagens com os médicos.Essa polêmica surge no momento em que se discute a regulamentação da Telemedicina no país pelo Conselho Federal de Medicina. O tema do atendimento não presencial, feito por meio de uso da tecnologia, ainda está sob discussão, após a revogação da Resolução CFM nº 2.227/2018, solicitada pelo Cremesp e demais Conselhos Regionais, preocupados com alguns aspectos do texto publicado. Até a elaboração e aprovação do novo texto, a prática da telemedicina no Brasil está subordinada aos termos da Resolução CFM nº 1.643/2002, atualmente em vigor, a qual exige que haja um médico em cada ponta da comunicação.São vários
Tecnologia na saúde facilita diagnósticos e tratamentos ABIMED

Tecnologia na saúde facilita diagnósticos e tratamentos

A tecnologia é uma importante aliada para o desenvolvimento de vários setores. E, na área da saúde, isso não é diferente. Cada vez mais, a medicina aposta em recursos tecnológicos para melhorar a experiência e o tratamento do paciente, defende Carlos Alberto Pereira Goulart, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia e Produtos para Saúde (Abimed). “Além dos benefícios para o paciente, essa evolução também é positiva para o aumento das eficiências clínica, financeira e operacional do setor. Isso porque o uso dessas ferramentas ajuda na tomada de decisões mais assertivas, contribuindo, consequentemente, para uma maior sustentabilidade do segmento”, diz o executivo. Nesse contexto, ele destaca o uso de softwares que armazenam informações sobre o comportamento e os dados do histórico dos pacientes, possibilitando um maior conhecimento sobre o perfil deles. “Essas informações são muito úteis, pois ajudam as equipes de saúde a decisões mais individualizadas e precisas”, complementa Carlos. É importante ressaltar que, a partir de agosto de 2020, haverá a exigência plena das diretrizes fixadas pela Lei Geral de Proteção de Dados. Então,
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