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Entrevista – Mulheres em Foco | Patrícia Frossard

Country Manager da Philips do Brasil, Patrícia Frossard vem construindo uma sólida carreira na liderança de organizações com atuação global. Ela é formada em Direito pela Universidade Paulista (Unip), com especializações nas áreas Empresarial, de Consumo e Trabalhista, além de um MBA em Administração e Governança Corporativa. Está na Philips desde 2013, tendo ocupado antes o cargo de Head de Legal & Compliance para a América Latina, além de passagens anteriores por importantes corporações. Nesta entrevista, ela fala sobre os desafios da liderança feminina, especialmente após a crise sanitária iniciada em março de 2020.Gostaríamos de começar falando sobre seu atual cargo, como Country Manager da Philips no Brasil. De modo geral, quais são suas principais responsabilidade neste posto? Eu sou líder na Philips aqui no Brasil, e no meu time eu tenho todo o managment responsável por todas as áreas da organização, tanto as funcionais quanto as comerciais. No pilar da Consumo, temos um portfólio de produtos para o consumidor, voltado ao bem-estar. A Philips é uma empresa historicamente conhecida pela transformação. Ela já passou pelo segmento de eletrônicos e, há cerca de dez anos, está focada em saúde. Acompanhamos a evolução do mercado e nos transformarmos em uma empresa prestadora de serviços em saúde, trabalhando com produtos de grande porte, como equipamentos de diagnóstico por imagem, que cada vez mais estarão conectados por soluções de software, que também trazemos para o mercado, como o Tasy, que é uma solução que combina gestão hospitalar e EMR. Com isso nos posicionamentos no coração do hospital, criando uma relação de longo prazo. Neste foco de atuação, eu busco extrair do meu time esse espírito de transformação. Nós temos um mix de colaboradores, um time formado por pessoas jovens e de mais senioridade. E isso é muito rico, porque você consegue extrair o melhor de cada geração, e estão todos dispostos a buscar essa transformação que é o nosso foco. Sabemos que a empresa não é só uma “razão social”. Ela é feita por pessoas e eu preciso que estejam engajadas, que tenham o mindset de transformar, de trazer ideias, de desafiar o status quo.Você vem desenhando uma carreira em linha ascendente. Quais foram os principais desafios que você vivenciou, por exemplo, para assumir seu atual c

Open Health: de que trata a proposta para inclusão na saúde suplementar?

Em agosto do ano passado, durante evento público, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, anunciou a possível criação do Open Health, um sistema para reunir e compartilhar informações de consumidores de produtos na área da saúde. A proposta também foi alvo de declarações à imprensa pelo Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que mencionou a intenção de o governo federal editar medida provisória para implementar o sistema. O Open Health pretende ser algo semelhante ao open banking, idealizado pelo BC para dar mais transparência ao setor bancário. As informações médicas dos pacientes seriam disponibilizadas, sob autorização prévia, para compartilhamento com empresas de planos de saúde. A partir do acesso a esses dados, tais como registro de doenças, de medicações de uso contínuo, histórico de procedimentos cirúrgicos e outras, as operadoras poderiam oferecer serviços

Logística reversa no setor de produtos e serviços de Saúde

A maior parte dos materiais utilizados em hospitais merece atenção e um intenso controle, uma vez que apresenta riscos de contaminação para pessoas, animais e para o meio ambiente. Por isso a destinação adequada após o uso é de fundamental importância. Toda instituição que gera resíduos hospitalares é obrigada, por lei, a elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS). Esse processo é complexo e de grande responsabilidade por parte das empresas, já que se trata de uma questão de saúde pública. O PGRSS é o documento que estabelece as ações para o manejo dos resíduos sólidos, levando em consideração suas características e riscos, e detalhando aspectos relativos à geração, segregação, condicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final.O volume de materiais descartáveis e de lixo hospitalar vem crescendo cada vez mais. Seringas, gazes, bolsas de sangue, tubos de amostra, equipamentos e uma diversidade de itens tem diferentes destinações de acordo com o tip

5G: a tecnologia que vai revolucionar a saúde

Em estágio avançado de implantação em todo o mundo, no Brasil a tecnologia 5G está nas mãos das dez empresas ganhadoras do leilão realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em novembro de 2021. A partir deste marco, com a estruturação da rede de quinta geração de internet móvel sem fio, um novo mundo de possibilidades está aberto para todos os setores produtivos. E a saúde é, provavelmente, um dos que mais se beneficiará com os recursos que a tecnologia irá agregar aos mais diversos procedimentos.A partir de recursos digitais como Inteligência Artificial (IA), Realidade Aumentada (RA), Realidade Virtual (RV), Big Data, robótica, Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês, ou melhor, a Internet das Coisas Médicas - IoMT), entre outros, todo o ecossistema de saúde poderá usufruir de novos métodos e recursos para os mais diversos procedimentos, da gestão ao atendimento de pacientes propriamente dito. Quando falamos de tecnologia 5G, estamos tratando de um ganho impressionante de tempo na

ABIMED lança seu novo Código de Conduta

A publicação foi lançada oficialmente durante edição especial do evento Diálogos ABIMED, em continuidade às comemorações dos 25 anos da entidade.A ABIMED se prepara para lançar a sexta edição de seu Código de Conduta. A publicação tem como finalidade atender as expectativas das associadas ao se tornar mais robusta, ao abordar de maneira mais aprofundada os temas do setor de Medical Devices, com conceitos claros e de fácil compreensão. “Este é um passo importante que vem somar ao nosso projeto de compliance para o biênio 2022/2023”, declara o presidente da ABIMED, Fernando Silveira Filho.Elaborado pela Comissão de Estudos de Compliance, revisado pela Comissão de Ética e tamb
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