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Implantes no corpo viram cartão, chave e termômetro de humanos e animais ABIMED

Implantes no corpo viram cartão, chave e termômetro de humanos e animais

?"Quer meu cartão de visitas?", perguntou um holandês de rosto redondo e voz baixa, esticando seu braço direito. Com poucos minutos de conversa, esta repórter esfregava seu celular na mão do desconhecido, até algo pular na tela. "Pronto, são meus contatos", disse, num sorriso tímido.Seu nome é Patrick Paumen, e seu cartão informa que ele é "biohacker, ciborgue, grinder e transhumanista com 17 implantes". Um dos implantes é justamente para armazenar o cartão, enquanto os outros abrem a porta de sua casa e a cancela do estacionamento de seu escritório, além de destravar seu celular, gerar senha do computador e ainda medir sua temperatura.Paumen era um dos participantes da quinta edição do BodyHacking Con, em Austin (Texas), um evento que discute as várias formas de aplicar tecnologia ao corpo humano, como próteses superavançadas, novos tipos de drogas e implantes na pele.Durante dois dias, profissionais da indústria deram palestras e workshops, assim como cientistas amadores veteranos, conhecidos por usar o próprio corpo como experimento, atividade que lhes rendeu os nomes de biohackers ou grinders."Não preciso mais ficar procurando as chaves de casa ou ter receio de perdê-las ou ser roubado. É só aproximar meu braço", disse Paumen, 34, tirando da mochila uma série de parafernálias para explicar seus implantes, como uma seringa para aplicar os microchips, geralmente do tamanho de dois ou três grãos de arroz. Ele deu um workshop sobre programação dos chips.A FDA (a Anvisa americana) aprovou implantes de chips de frequência de rádio (conhecidos como RFI

Os riscos da telemedicina

Caro leitor, nesta semana visitei Veneza. O tempo estava ótimo, nem parecia inverno, o sol brilhava e o céu estava azul. Havia muitos turistas aproveitando a cidade, mas consegui andar por quase todas as ruas, pontes e canais. Alguns probleminhas aconteceram, mas, convenhamos, acontecem em todas as viagens. Não consegui ver alguns lugares interditados, também não consegui sentir o perfume da cidade ou almoçar nos restaurantes. Foi impossível entrar em lojas, museus e igrejas. Tive que me contentar com o que estava disponível. Ah, não consegui passear de gôndola, isso sim foi frustrante, mas fica para a próxima vez.O que ficou faltando na minha visita com o Street View, do Google Maps, resolvo na visita presencial que planejo fazer. Telemedicina, teleconferência, telediagnóstico, assim como qualquer outra tele, são apenas parte da experiência vivida na relação entre médicos e pacientes. Você pode visitar, agora mesmo, a Amazônia, a Nasa ou o Museu Rodin na tela do seu celular. Ficará com a sensação de uma experiência incompleta.Somos fascinados por tecnologia e por suas promessas. Arthur C. Clark, cientista e escritor, disse: "Qualquer tecnologia suficientemente avançada parece ser mágica". Quando se trata do uso de tecnologia na saúde, esse alerta ganha contornos dramáticos. Pode até parecer mágica, mas não é.Usando terminologia médica, novas tecnologias devem melhorar o desfecho clínico do paciente, que é o resultado final de todo o processo de diagnóstico e tratamento. Desfecho não representa cura, necessariamen

Inovações tecnológicas são discutidas no Brasil em evento inédito sobre saúde digital

Entre 3 e 6 de abril, especialistas de renome e nível elevadíssimo estarão no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP), compartilhando seus conhecimentos e trazendo ao Brasil os principais avanços da área, além de apresentar experiências bem-sucedidas que já estão mudando a assistência em diversos pontos do planeta.Já há confirmação das presenças do professor alemão Andreas Keck, fundador do Strategy Institute for eHealth, de Daniel Kraft (EUA), presidente de Medicina da SIngularity University e fundador e presidente do Exponential Medicine, de Frank Lievens (Bélgica), secretário executivo da International Society for Telemedicine & eHealth, e Robert Wah (EUA), diretor médico global da DXC Technology e ex-presidente da Associação Médica Americana, entre outros mestre
Médico coordena primeira cirurgia por meio de 5G ABIMED

Médico coordena primeira cirurgia por meio de 5G

O médico Antonio de Lacy coordenou, nesta quarta-feira (27),a primeira cirurgia remota já feita por meio de 5G.Ao vivo e sobre um palco no Mobile World Congress, principal evento do mundo sobre telefonia e tecnologia móvel, o

Novo Mais Médicos será proposto ao Congresso

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou ontem que o governo pretende mandar, ainda no primeiro semestre, uma proposta ao Congresso para alterar a legislação sobre o Mais Médicos. A intenção, disse ele, é deixá-lo mais técnico e menos político. D
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