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LICENÇA PARA CRESCER

Em um ano em que a economia brasileira viu seu PIB amargar um crescimento inferior a 1%, o setor de produtos para a saúde deu um salto de dois dígitos e fechou 2012 com faturamento de R$ 14,6 bilhões, 10% superior ao ano anterior. 2013 deve repetir o desempenho anual dos últimos cinco anos, conforme previsões das empresas. Isso porque as despesas totais com saúde (incluindo remédios, planos de saúde e pagamento de profissionais) no país costumam consumir quase R$ 300 bilhões todo ano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e chamam a atenção de multinacionais em um momento em que o Brasil apresenta boas condições de negócios nessa área. Quase a metade (46%) desse montante é constituído por gasto público, consideradas as três esferas de governo. Mas esse patamar está longe de ser um teto. Pelo contrário. O Brasil é visto pelas estrangeiras do setor como um mercado altamente promissor. A fórmula mais rápida e competitiva que elas encontraram para entrar e crescer no país é por meio de aquisições de pequenas empresas notáveis em inovação e desenvolvimento de novas tecnologias. A tendência, segundo as empresas, é que nos próximos anos haja muito movimento nesse sentido. A má notícia é que uma das razões par

INDÚSTRIA NACIONAL TENTA SUPERAR O DÉFICIT NA BALANÇA

Apesar de promissora, a área de saúde privada enfrenta hoje dois grandes nós no Brasil que, segundo os agentes do setor, precisam ser resolvidos rapidamente. Um diz respeito ao enorme déficit em sua balança comercial, que fechou 2012 negativo em US$ 3,73 bilhões. O déficit aumenta desde 2007, não só devido ao fraco desempenho das exportações, mas, principalmente, pelo avanço acelerado das importações. A explicação para o desequilíbrio está na isenção tributária que hospitais, órgãos de saúde pública e instituições filantrópicas que atuam no setor têm para importar produtos que também são fabricados aqui, sem pagar nenhum imposto. ""Isso cria uma enorme distorção tributária e o aniquilamento de alguns produtos e da indústria nacional"", afirma Fraccaro, da Abimo. Na compra de uma cama hospitalar nacional, por exemplo, incidem 18% de ICMS, 8% de IPI e 9,25% de PIS e Cofins. Na aquisição desse mesmo produto de empresas que atuam no exterior, as entidades púb

ACORDO DE COOPERAÇÃO VAI IMPULSIONAR SETOR INDUSTRIAL DA SAÚDE

Duas ações estratégicas no âmbito da saúde foram anunciadas nesta quarta-feira (10/04), em cerimônia no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O Ministério da Saúde, a Anvisa e o MDIC assinaram um acordo de cooperação técnica para ampliar o apoio à política industrial da saúde e divulgaram uma portaria interministerial que institui o Comitê Técnico de Articulação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.O acordo de cooperação interministerial se insere nas iniciativas do Plano Brasil Maior, lançado pela presidenta Dilma Rousseff em 2011, que tem como um de seus objetivos sustentar o crescimento econômico do país, com foco na inovação e no crescimento do parque industrial brasileiro. Um dos eixos estruturantes do Plano Brasil Maior está voltado para o setor saúde, tendo o setor industrial como alvo.Com o termo de cooperação conjunta, os órgãos envolvidos pretendem agilizar o intercâmbio de conhecimento, de informações

ANVISA DEFINE DATA PARA PRESTAR CONTAS AO SENADO

O presidente do Senado, Renan Callheiros, recebeu nesta terça-feira (9/4) um pedido oficial da Anvisa para que a Agência seja a primeira a realizar a sua prestação de contas nos moldes das novas regras instituídas pelo Senado Federal. Desde 2005, a Anvisa apresenta o seu Relatório de Atividades aos parlamentares e há quatro anos os dirigentes da Agência vão ao Congresso Nacional prestar contas aos parlamentares

COMISSÃO PARA REFORMA DA LEI DE ARBITRAGEM SERÁ INSTALADA DIA 3 NO SENADO

O ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), presidirá a comissão de juristas formada para apresentar proposta de reforma da Lei de Arbitragem e Mediação. O assunto está hoje regulamentado pela Lei 9.307, de 23 de setembro de 1996, que resultou de projeto do então senador Marco Maciel. A comissão será instalada no próximo dia 3, quarta-feira, às 10h, no salão nobre do Senado Federal, pelo senador Renan Calheiros, presidente da casa. A instalação da comissão, que terá prazo de 180 dias, foi autorizada pelo Senado ao aprovar o Requerimento 702/12, de autoria do senado
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