Notícias

Aplicativos da área de saúde podem fazer mal ao tratamento do paciente, alerta engenheiro

Os aplicativos desenvolvidos para a área de saúde têm mais chance de fazer mal do que bem aos pacientes. O alerta é do engenheiro Enrico Caiani, do Departamento de Eletrônica, Informação e Bioengenharia da Universidade Politécnica de Milão. Segundo ele, dos mais de 40 mil aplicativos relacionados à saúde disponíveis nos Estados Unidos, somente 0,5% são aprovados por algum instituição/órgão oficial da área, o que enfraquece a garantia de resultados ou mesmo de qualquer benefício ao paciente.Pós-doutor em Engenharia Biomédica e Saúde eletrônica (eHealth), Caiani também é vice-presidente de e-Cardiologia da ESC e fez a palestra Batimentos cardícos e pressão arterial por tecnologias móveis no ESC 2015, em Londres. O problema, para ele, é que não há como confiar nos resultados de aplicativos não validados, além do risco de segurança de dados e potencial fraude.“Os números podem ser simplesmente randômicos. E são coisas que podem le

Dos US$ 120 bilhões no mundo, farmacêuticas investem US$ 300 milhões no Brasil

A indústria farmacêutica investe entre 12% e 16% de seu faturamento anual em pesquisas, o que representa US$ 120 bilhões a US$ 160 bilhões mundo afora. Contudo, o Brasil recebe apenas US$ 300 milhões para pesquisa e desenvolvimento de novas terapias. “Esse investimento é muito pequeno. Precisamos resolver dois problemas no País para que possamos nos tornar mais competitivos no cenário mundial”, afirmou Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), em nota ao mercado.O principal problema é o tempo de aprovação da pesquisa clínica. Um estudo é avaliado em 30 dias na Coréia, em 60 dias nos Estados Unidos, em até 75 dias na Europa, mas no Brasil é preciso esperar 12 meses; o dobro da média mundial.Isso acontece por causa da dupla avaliação do sistema CEP/CONEP, em que a CONEP (Comis

Morosidade atrapalha pesquisas no Brasil

A morosidade brasileira atrapalha os investimentos da indústria farmacêutica no Brasil e o principal problema é o tempo de aprovação do estudo sobre a pesquisa clínica. Enquanto um estudo é avaliado em 30 dias na Coréia, em 60 dias nos EUA, em até 75 dias na Europa, no Brasil é preciso esperar 12 meses; o dobro da média mundial.Por conta disso, enquanto investe entre 12% e 16% de seu faturamento anual em pesquisas, o que representa US$ 120 bilhões a US$ 160 bilhões mundo afora, a indústria farmacêutica investe no Brasil apenas US$ 300 milhões para pesquisa e desenvolvimento de novas terapias.Para Antônio Britto, presidente-executivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), esse investimento é muito pequeno.” Precisamos re

Anvisa suspende venda e uso de remédio contra Parkinson.

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (31) no Diário Oficial da União suspendeu a distribuição, a comercialização e o uso de alguns lotes dos medicamentos Akineton 2 miligramas (mg) – cloridrato de biperiden – e Akineton 4 mg Retard – cloridrato de biperideno. Os remédios são usados no tratamento no Mal de Parkinson.Estão proibidos os lotes 1006257 (validade 03/08/2018), 1006305 (validade 15/08/2018), 1006596 (validade 15/08/2018), 1006597 (validade 01/09/2018) e 1006674 (validade 01/09/2018), de 80 comprimidos, do Akineton 2 mg e dos lotes 100

Roche compra empresa de microbiologia, fundada por ex-bolsista brasileiro

Durante os quatro anos que passou na Universidade de Cornell nos Estados Unidos como bolsista de doutorado pleno da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o pesquisador Leonardo Maestri Teixeira fundou uma empresa de biotecnologia para o desenvolvimento de um kit rápido de diagnóstico bacteriano e de susceptibilidade antimicrobiana. O projeto deu origem a tecnologia da GeneWEAVE Biosciences, que acaba de ser vendida para a companhia suíça farmacêutica Roche por R$1,5 bilhão.A empresa teve início durante o segundo ano de doutorado de Leonardo, quando junto com um colega realizou uma disciplina de empreendedorismo para engenheiros e cientistas. “No decorrer da disciplina, tínhamos que trabalhar um plano de negócios conceitual em cima de uma ideia. Discutimos sobre diversas ideias, até resolvermos buscar um problema de países em desenvolvimento como o Brasil. Na ocasião escolhemos buscar uma solução para tuberculose. Durante a disciplina buscamos uma solução para a erradicação da tuberculose, focando no diagnóstico. Daí surgiu o conceito da tecnologia, que posteriormente patenteamos e aprovamos um projeto para o desenvolvimento da prova de conceito da ideia que tivemos”, conta.A partir dos recursos captados de projetos e de premiações oriundas de competições de planos de negócios, os dois colegas conseguiram ampliar a equipe, com uma pós-doc em tempo integral e um mestre, ambos brasileiros, além de contratar uma pessoa da área de negócios iniciando um MBA. “Para conseguirmos capital semente, mudamos o foco do nosso kit de diagnóstico de tuberculose para infecção hospitalar, já que este era um problema dos EUA, e consequentemente facilitaria a captação de recursos. Em 2010 captamos em capital semente US$ 1,2 milhões, em 2012, captamos nossa série A, um montante de 12 milhões de dólares, e em junho de 2014 foi a última captação, de mais 12 milhões. Desde 2014 já temos alguns equipamentos em teste em alguns hospitais, e começamos a apresentar os resultados em algumas feiras setoriais, já no intuito de divulgar o produto e a empresa para uma possível venda, que ocorreu no início de agosto”, afirma Leonardo.VendaEmpresas de base tecnológica normalmente tem como objetivo ser vendidas, ou fazer uma ofert
Página 0 de 334)

Desenvolvido por MakeIT Informática