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Negócio saudável

Start-ups de saúde nos EUA levantaram um recorde de US$ 3,9 bilhões (R$ 12,6 bilhões) em capital de risco no primeiro trimestre de 2015.Embora não existam dados semelhantes para o Brasil, incubadoras e aceleradoras apostam no setor como um dos que apresentam maior potencial de crescimento.Só no segmento de saúde via dispositivos móveis (como celulares), a estimativa é que o mercado acrescente US$ 4,6 bilhões (R$ 14,8 bilhões) ao PIB até 2017, segundo a consultoria PwC.Para Frederico Lacerda, co-fundador da aceleradora 21212, existe uma demanda por soluções melhores no mercado de saúde, marcado pela ba

Hospitais criam premiação para novas empresas

O Prêmio Empreenda Saúde, realizado há 14 anos na Europa, está sendo organizado pela primeira vez no Brasil pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com a consultoria Everis.O objetivo é identificar bons projetos --algo raro na área, segundo Luiz Fernando Reis, superintendente de pesquisa do hospita

Saúde nos tribunais

O termo foi cunhado para designar a interferência dos tribunais nas situações em que o funcionamento dos poderes Legislativo e Executivo falharam ou mostraram-se insuficientes ou insatisfatórios. Contudo, em vez da política, a judicialização se alastra no setor da saúde, tanto pública quanto privada. A multiplicação dos processos é evidência da fadiga de um sistema que já não dá conta das necessidades dos usuários. No Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no fim de junho, havia 42.297 ações na área da saúde em tramitação. Reivindicam tratamento médico, remédio, internação. De um lado, salvam pacientes. De outro, ampliam o abismo de desigualdade, que separa doentes de baixa renda e sem informação de quem pode pagar advogado ou conhece os caminhos da Justiça gratuita.A DEFENSORIA PÚBLICA DO RIO encomendou ao Instituto de Pesquisa Econômica Apli

O projeto de lei que pretende acabar com a demora nos testes de novos remédios

Um novo medicamento só chega ao mercado se for testado em milhares de pessoas e, quase sempre, em vários países. É uma exigência básica de entidades regulatórias como a Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos, ou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no Brasil. Se não conseguir incluir um número adequado de pacientes nesses estudos clínicos, a indústria farmacêutica não produz – e não lucra. Ela é a primeira interessada em realizar testes em humanos com rapidez. Mas não é a única. A pesquisa clínica traz desenvolvimento científico aos investigadores (médicos e outros profissionais), recursos financeiros às instituições públicas ou privadas onde ela é realizada e oportunidade de tratamento aos pacientes. Para muitos, ser voluntário é a única chance de receber atendimento adequado e acesso a um medicamento promissor, quando os remédios disponíveis deixam de funcionar.Os milhares de pesquisas clínicas rea­lizadas no Brasil não são regidos por lei. As normas são ditadas pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), órgão ligado ao Conselho Nacional de Saúde. Um novo projeto de lei, apresentado em abril pelos senadores Ana Amélia (PP-RS), Waldemir Moka (PMDB-­MS) e Walter Pinheiro (PT-BA), pretende regulamentar a atividade. O tema foi debatido numa audiência pública em março do ano passado. “Chegamos ao consens

Brasil vive 'epidemia' de cesáreas, que respondem a 85% dos partos na rede privada

Entre as estratégias para evitar os agendamentos estão o preenchimento obrigatório de um partograma, documento em que são registradas todas as etapas do trabalho de parto da gestante.Um quadro de pressão alta fez com que Mariza Dias redobrasse os cuidados no fim da gestação. Mesmo com orientação médica, o problema piorou e ela teve que ser internada no sétimo mês de gravidez.Isabela nasceu com 38 centímetros e 1,7 kg. Ficou um mês na UTI Neonatal e como a dona de casa Mariza disse, mãe e filha foram salvas pela cesárea.Mas no país campeão deste tipo de cirurgia, a história das duas é exceção. Por aqui, a maioria d
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