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Taxas de vigilância sanitária sofrem revisão após 16 anos

Está publicada na edição desta quarta-feira (2/9) do Diário Oficial da União a Portaria Interministerial 701/2015 que atualiza os valores das Taxas de Fiscalização de Vigilância Sanitária (TFVS). Esta é a primeira vez que a taxa é atualizada

INT já nasceu como referência em pesquisa, diz Aldo em posse de diretor

O engenheiro metalúrgico Fernando Rizzo assumiu oficialmente a tarefa de comandar o Instituto Nacional de Tecnologia nos próximos quatro anos. Rizzo, Aldo e o diretor substituto do INT, Carlos Alberto Teixeira. Crédito: Ascom/MCTI O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, empossou nesta quarta-feira (2) o engenheiro metalúrgico Fernando Rizzo como diretor do Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI), em mandato para os próximos quatro anos, em solenidade na sede da unidade de pesquisa, no Rio de Janeiro. Aldo remeteu à tradição e ao futuro do INT, fundado em 1921, ""quando o Brasil dava os primeiros passos em sua aspiração por soberania e independência científica e tecnológica"". Segundo o ministro, o instituto já nasceu como ""uma referência e uma promessa"" para a pesquisa nacional. ""Ao longo dos anos, ampliou os seus horizontes e hoje se dedica a disciplinas tão variadas e diversas como biocombustíveis, nanotecnologia, materiais e todas as matérias que representam um grande desafio do mundo e também do País."" Para o diretor, a unidade de pesquisa ""vem assumindo um papel crescente no apoio à inovação tecnológica"" em áreas estratégicas para a competitividade nacional. ""Assumo o compromisso de trabalhar no sentido de consolidar a desafiadora missão de gerar ciência para o desenvolvimento sustentável do Brasil, transferindo tecnologia para a sociedade e promovendo a inovação."" Na opinião de Rizzo, o maior desafio para o mandato é a visão de futuro de tornar o INT, até

Encomendas tecnológicas devem servir para solucionar problemas do Estado

As compras públicas têm um poder exponencial de estimular setores estratégicos. Um mecanismo nessa prática para promover a inovação no País são as chamadas “encomendas tecnológicas” - uma aquisição com dispensa de licitação que o Estado faz para, em teoria, incentivar atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) que envolvam riscos para a solução de problemas técnicos ou para obter um produto ou processo inovador. Contudo, na visão de especialistas, o recurso sequer tem sido explorado adequadamente pelo Governo para incentivar a inovação no Brasil. Conforme os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentados no seminário ""Compras públicas e tecnologias desenvolvidas no País"", promovido pela Câmara dos Deputados, do total de gastos em ciência e tecnologia (C&T) feitos, por exemplo, pelo Estados Unidos, 40% são oriundos das encomendas tecnológicas. Segundo o pesquisador e coordenador da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação do Ipea, André Tortato, o Brasil não explorou essa modalidade de compra como ferramenta de desenvolviment

Por uma saúde mais ética

O mundo corporativo tem adotado, com cada vez mais frequência, regras de conduta para guiar as atividades de seus profissionais, buscando elementos orientadores a fim de evitar práticas internas e externas não adequadas.Na saúde, um setor fragmentado, extremamente regulamentado e complexo, algumas entidades representativas já manifestam há algum tempo preocupação com as relações do mercado, ao proporem manuais de conduta e ética empresarial. Esta iniciativa, conhecida como ""compliance"", significa agir de acordo com políticas e regulamentos previamente estabelecidos ou estar em conformidade com leis e normas externas e internas.O debate sobre ética e corrupção tem sido mais presente no meio empresarial e na sociedade, especialmente devido ao momento político vivido no país. Este movimento também se intensificou na saúde no último ano.Pela primeira vez observamos uma movimentação conjunta do setor privado –envolvendo prestadores de serviços de saúde, indústria de dispositivos médicos e materiais, medicamentos, pesquisa e agentes financiadores.Entidades como a A

CEOs têm popularidade colocada à prova na crise

Há 19 anos no comando da Pmweb, especializada em serviços de marketing digital, Tárik Potthoff diz que esta é a primeira grande crise pela qual sua empresa passa. Alguns ajustes, portanto, já se fizeram necessários. Recentemente, em uma reunião com seus 120 funcionários no auditório da sede da Pmweb, Potthoff teve que anunciar a suspensão, por tempo indeterminado, dos planos de expansão da companhia.A expectativa para este ano era ampliar o escritório em 400 metros quadrados e contratar mais 40 pessoas, reflexo do crescimento previsto para 2015, de 80%. A meta, porém, não será alcançada. ""Prevíamos uma receita maior com novos clientes, o que não está acontecendo. Não estamos ganhando em 'market share', temos menos clientes novos que o esperado inicialmente e a receita maior está vindo da base de clientes antigos"", diz o empresário, que ainda assim estima um crescimento de 60% para este ano.A explicação, segundo Potthoff, está no cenário macroeconômico do país. ""Acredito que as empresas estão menos propensas a investir"", diz. Além disso, uma medida recente do governo impactou negativamente os negócios da Pmweb. Dois anos atrás, a empresa foi beneficiada com a desoneração da folha de pagamento, incentivo que foi retirado este ano, o que contribuiu para inviabilizar a contratação de mais funcionários. ""Nosso gasto com INSS subiu 150%"", diz.Rever planos de expansão, trocar fornecedores, redimensionar os serviços terceirizados e reestruturar as equipes são algumas das tarefas mais frequentes dos CEOs neste momento de ajuste econômico. Cortar custos é a ordem da vez na grande maioria das empresas e é diante desse cenário que os executivos são testados diariamente. Eles precisam tomar decisões difíceis e impopulares para manter a empresa na rota diante da nova realidade e ainda fazer com que a equipe permaneça dedicada e engajada para atravessar a turbulência.""A liderança é testada quando as luzes se apagam e as pessoas estão impactadas pela crise"", diz Anderson Sant'Anna, professor e coordenador do Núcleo de Desenvolvimen
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