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Planos de saúde negociam reajuste médio de 16,24%

As operadoras e seguradoras de saúde estão propondo um reajuste médio de 16,24% neste ano para os convênios médicos empresariais, modalidade que representa 65% do mercado.O índice de 16,24% refere­se à variação dos custos médico­hospitalares. Se os gastos dos usuários do plano tiverem sido superiores a 75% do valor pago à operadora (prêmio, no jargão do setor), o reajuste será superior aos 16,24%.O levantamento é da Aon Hewitt, consultoria que administra o plano de saúde de mais de 420 empresas do país que juntas têm cerca de 1,3 milhão de funcionários.O reajuste de 16,24% ­ conhecido no setor como inflação médica ­ está num patamar muito próximo aos 17% registrado no ano passado. ""Não houve uma variação tão expressiva porque entre 2014 e 2015 não houve a inclusã

O impacto da judicialização

A saúde, não apenas no Brasil, é um segmento que incorpora vários elos dentro de uma mesma cadeia. Além do SUS, Sistema Único de Saúde, há também as operadoras de planos médicos e odontológicos, hospitais, laboratórios, centros de diagnósticos e terapias. Juntos, há os prestadores, médicos, enfermeiros, cirurgiões-dentistas e técnicos, que somam para atender uma demanda de atendimento em crescimento contínuo. Paralelamente a este cenário, cresce também a judicialização da saúde, que tem imposto desafios cada vez m

Saúde: cartão do SUS vai receber versão mobile.

Giliate Cardoso Coelho, diretor de tecnologia do Datasus, afirmou durante o MedInfo 2015, em São Paulo, que o Ministério da Saúde vai lançar em setembro o cartão SUS Mobile. A ideia é oferecer vários serviços aos usuários por meio de um aplicativo.Segundo Giliate, o SUS Mobile vai permitir a marcação de consultas, o controle do cartão digital de vacinação e o us

Outro Ângulo: A saúde é uma riqueza

Retomar o crescimento do Brasil é uma tarefa que precisa ser encarada com urgência — e não se trata apenas de aumentar as oportunidades para as empresas, reaquecer o mercado de trabalho e pôr o país de volta nos trilhos. Alguns dos problemas que vão nos afligir nos próximos anos serão mit

O preço só faz subir.

A COMPRA DE UMA EMPRESA ESTÁ longe de ser uma ciência exata. E da natureza humana: quem vende sempre acha que seu negócio vale mais do que o comprador está disposto a pagar. Para chegar a um preço que agrade aos dois lados, uma infinidade de variáveis entra na conta — desde dívida e geração de caixa até o potencial de expansão do negócio com os novos donos. Só mesmo o tempo pode mostrar se o preço pago foi alto ou baixo. Em outubro de 2012, quando a United Health, maior operadora de saúde dos Estados Unidos, assinou um cheque de 10 bilhões de reais para comprar a Amil, líder do mercado brasileiro, o preço pareceu salgado — pelo menos levando-se em conta critérios como faturamento, lucro e dívida da Amil. Mas como os americanos eram reconhecidos pela rigorosa gestão de custos e pela aplicação de tecnologia de ponta na saúde, imaginava-se que eles mostrariam logo ao mercado que todos aqueles bilhões haviam valido a pena. Mas, passados três anos, o preço pago parece mais salgado do que nunca.A empresa que os americanos compraram do médico Edson de Godov Bueno era líder do mercado de planos de saúde no Brasil e fechava seu balanço no azul. De lá para cá, começou a perder dinheiro. Em 2014, teve prejuízo de 259 milhões de reais. O faturamento cresceu 64% em dois anos, para 15 bilhões de reais, mas não o suficiente para compensar a disparada nos custos dos serviços. As despesas médicas e hospitalares, por exemplo, passaram de 6,9 bilhões para 12,3 bilhões de 2012 a 2014. No início de 2015, a Amil perdeu a liderança no mercado de planos de saúde para a Bradesco Saúde — são 4 milhões de clientes de um lado e 4,4 milhões de outro. Em qualquer aquisição, leva tempo até os novos controladores entenderem o negócio e começar a deixar sua marca. Mas na Amil os próprios executivos reconhecem que as coisas não saíram dentro do planejado. ""Claro que queríamos ter resultados melhores"", diz Erwin Kleuser, diretor de planejamento da Amil. ""Mas estamos trabalhando para voltar ao azul já neste ano."" Edson Bueno, que continua na presidência da Amil, não deu entrevi
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