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Sindusfarma lança impostômetro' para medicamentos

O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) vai lançar um ""impostômetro"" nos próximos dias para medir o volume de impostos pagos pelos brasileiros na aquisição de medicamentos, por classe terapêutica e Estado. Desenvolvida em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a ferramenta estará disponível no site da entidade e poderá ser consultada pelos consumidores. ""Vamos mostrar imposto por imposto, Estado por Estado"", disse ao Valor o presidente­executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini.Estudo do IBPT mostra que os remédios de uso humano correspondem no país à terceira maior carga tributária no preço final, atrás apenas de refeições em restaurantes e tratores, com 30,6%. Medicamentos para gripe e resfriado, por exemplo, recolhem até 38,74% em impostos, considerando­se o Rio de Janeiro. A média nacional é de 36,68

Descobertas na crise

Lee Newcomer, vice-presidente do grupo de saúde americano UnitedHealth, admitiu que a atual crise da economia brasileira pode afetar a aquisição de tecnologia e a introdução de novos procedimentos no país.

Ministério da Justiça quer mudar as regras para planos de saúde

Um espectro ronda o Brasil: o espectro do constitucionalismo. Surgindo como um raio, o constitucionalismo faz tremer brasileiros acostumados com os direitos sociais da Constituição Federal de 1988.Sistema Único de Saúde, aposentadorias, benefícios sociais, regulação de condições de trabalho: os alvos prediletos do constitucionalismo estão sob fogo cerrado.Não é a primeira vez. Desde a promulgação da Constituição cidadã, os constitucionalistas alegam a necessidade de reforma de seus exageros. Uma sociedade pobre como a brasileira não poderia se dar ao luxo de garantir atendimento universal em sistema público de saúde, mesmo que garanta a seus ricos um sistema de impostos que cobra menos deles do que dos pobres.Curioso é que os constitucionalistas estiveram quietos nas eleições de 2014. Não nos lembrados de qualquer candidato à Presidência da República,

Médico opera coração usando robô e joystick

São 13h28. Na ""sala do futuro"", como os médicos chamam o maior centro cirúrgico do Albert Einstein, em São Paulo, o paciente está sob efeito da anestesia.Ligado a uma máquina de circulação extracorpórea, seu coração está parado. Como se fossem as patas de uma aranha gigante, os quatro braços do robô Da Vinci estão fincados no lado direito do tórax do homem de 65 anos.A dois metros, joysticks nas mãos, o cirurgião cardíaco Robinson Poffo pede: ""Silêncio. Reduzam as luzes, por favor"". A operação começa.O paciente tem insuficiência da válvula mitral, que compromete o fluxo sanguíneo no coração. A cirurgia visa reconstruir essa estrutura.O robô está conectado ao doente por três pequenas incisões entre as costelas. Dali até o coração são 30 centímetros. Um braço leva uma câmera de 12 milímetros de diâmetro. Tridimensional, de alta definição, a imagem obtida pelo Da Vinci está aumentada de dez a 15 vezes.Através dela, fios de sutura da largura de um fio de cabelo parecem cabos de aço. A pinça de dois centímetros ganha a dimensão de um anzol para peixes grandes. Com 8 milímetros de diâmetro cada um, os outros três braços carregam tesouras, pinças, bisturis, fórceps... Uma quarta incisão, de quatro centímetros, é usada pelos auxiliares para a passagem dos fios de sutura e do aspirador.Sob os comandos de Poffo, os braços do robô estão em mo

Governo de São Paulo terá cientistas nas Secretarias de Estado

O Estado de São Paulo vai adotar iniciativa inovadora para conectar a ciência e a pesquisa com as necessidades de governo. Secretarias de Estado deverão contar com um cientista que assumirá a tarefa de buscar a melhor resposta que a ciência possa oferecer à atividade daquele órgão.O anúncio foi feito pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e vice-governador do Estado, Márcio França, na última semana. A proposta resultou de anális
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