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A saúde e suas siglas

Pesquisas mostram que a saúde é a principal preocupação dos brasileiros, mas nem sempre a agenda do setor é atraente ou fácil de ser compreendida pela grande maioria da população.Muitas vezes insistimos em falar em siglas ou nomes de tecnologias e até de modelos de gestão como se todos os nossos interlocutores tivessem o mesmo nível de conhecimento ou o mesmo interesse que os profissionais da área de saúde. Além disso, não raramente, observamos tecnologias e ferramentas sendo apresentadas de maneira equivocada, como se elas fossem a solução de todos os problemas.É o que está ocorrendo no Brasil em relação ao DRG (da sigla em inglês Grupos de Diagnósticos Relacionados). Alguns segmentos da área de saúde defendem este recurso como um redutor –quase milagroso– de custos hospitalares, no entanto, DRG é

EUA testam novo tratamento para retardar o avanço do Alzheimer

Remédio retarda progressão da doença quando diagnosticada no começo.Medicamento ainda será testado e não está à venda. A ciência está avançando, aos poucos, na busca por um tratamento para o mal de Alzheimer. Os médicos estão testando um remédio que retarda a progressão da doen&

Intermédica compra a Santamália

A Intermédica fechou a compra de 100% da operadora de planos de saúde Santamália que conta com 258,5 mil usuários, além de 17 clínicas, cinco pronto-socorros e dois hospitais próprios em São Paulo.Trata-se da primeira aquisição da Intermédica, vendida em fevereiro do ano passado para a gestora americana de private equity Bain Capital por quase R$ 2 bilhões. A compra da Santamália está alinhada à estratégia da Bain Capital que é usar a Intermédica como plataforma de expansão no mercado brasileiro de saúde. ""A Santamália tem um modelo de negócio similar e complementar ao nosso"", disse Irlau Machado, presidente da Notre Dame Intermédica, que não revelou o valor da oper

Para coibir falsificações, remédios devem ganhar

A caixinha de remédio como você conhece deve mudar em breve. A partir do final de 2016, deve começar a valer a lei de rastreabilidade dos medicamentos, que determina que cada caixinha será rastreável a partir de um código 2D (em duas dimensões). Estima-se que um a cada cinco medicamentos vendidos no Brasil seja falsificado, segundo a OMS.Essa espécie de ""RG dos remédios"" servirá para que as agências regulatórias como a Anvisa possam saber o caminho que um medicamento faz, desde o momento da fabricação até a comercialização. O consumidor também terá parte nisso: será possível verificar a partir do código da caixa se o remédio é verdadeiro. As indústrias farmacêuticas que operam no Brasil devem ter três lotes testes rastreáveis até dezembro de 2015 e todo o sistema implantado até dezembro de 2016.Porém, há uma disputa em jogo que pode levar o prazo de adequação para só depois de 2025. As informações sobre o consumo de medicamentos de todos os brasileiros, e portanto as informações de demanda e vendas, são muito valiosas.Hoje, a indústria farmacêutica gasta um grande valor para o

O novo currículo da Faculdade de Medicina

Na USP, apostamos em uma profunda reestruturação curricular, cujo objetivo é formar lideranças para o futuro da área da saúdeAs competências de um médico devem ir além do conhecimento das doenças elencadas em catálogos e de sua rotina em consultório ou atividades hospitalares. O profissional deve ser preparado para comunicar-se de forma efetiva com pacientes, comunidade e equipes de saúde, reconhecendo seu papel social dentro do sistema de saúde.A Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) construiu, em seus 102 anos, uma liderança sólida no ensino médico, na pesquisa e na proposição e implementação de políticas públicas de saúde que beneficiaram sobremaneira a população.A origem dessa liderança vem de seu próprio processo de criação, quando optou por inovar, implantando um modelo de currículo
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