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Cirurgia com novos stents bioreabsorvíveis para pacientes cardíacos

As doenças cardiovasculares ainda são as principais causas de morte no Brasil, chegando à marca de 29% dos óbitos no país. Estima-se que de 5% a 8% dos adultos acima de 40 anos têm predisposição à doença arterial coronariana, a forma mais comum de cardiopatia. Outro agravante é o envelhecimento da população e hábitos de vida, como dieta e tabagismo, que podem, ainda, auxiliar na ampliação desses números.A Medicina está sempre buscando oferecer novas tecnologias para o tratamento de pacientes cardiovasculares e esse também é dos objetivos da equipe de cardiologia do Hospital Santa Cruz.Desde o final de 2014, os pacientes contam com mais uma possibilidade na cardiologia, a intervenção percutânea para implante de stentes bioreabsorvíveis. Em dezembro, o médico intervencionista, Dr. Luiz Augusto Lavalle e o Dr. Rubens Zenobio Darwich, médico cardiologista do Hospital Santa Cruz, realizaram a primeira cirurgia deste tipo no hospital. 0 paciente foi submetido, com sucesso, ao implante de dois destes dispositivos. ""Esses stentes sã

Intermédica avalia fazer aquisições

Vendida há um ano e quatro meses para a gestora americana de private equity Bain Capital por quase R$ 2 bilhões, a operadora Intermédica será a plataforma de crescimento dos investidores americanos no Brasil no setor de saúde.""Vamos crescer por meio de expansão orgânica e aquisições que podem ser clínicas, hospitais, laboratórios ou outros negócios complementares"", diz Irlau Machado, presidente da Notre Dame Intermédica.Machado conta que criou a estratégia da Intermédica a quatro mãos com a Bain Capital, que tem vários outros negócios ligados à saúde nos Estados Unidos e na Ásia. Ao contrário do que ocorreu com a Amil, adquirida pela americana UnitedHealth, que optou por um processo gradual de mudanças, a Intermédica tem em curso uma forte reestruturação que envolve desde integração dos negócios e investimentos na rede própria até a mudança de se

Mercado Aberto: Importação de remédios cai 11,1% no 1º semestre

A alta do dólar e a retração do mercado interno fizeram com que as importações de medicamentos caíssem 11,1% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2014, seg

Um rol de polêmicas nas coberturas da saúde

A revisão do rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai tirar da lista de cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde o quimioterápico oral Everolimo para tratamento do câncer de mama com metástase. A medida entra em vigor em 2016. É a primeira vez que a ANS exclui um item dessa lista, o que abre precedente para uma possível equiparação dos tratamentos da saúde pública e da particular.O argumento da ANS para restringir o uso do quimioterápico foi a avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) de que o medicamento não deveria ser fornecido na rede pública, porque não garantiria o ganho de sobrevida. No site da agência, está sob consulta pública, até sábado, a inclusão de 11 terapias, exames e um medicamento de um total de 109 apresentados pelas entidades médicas.A equiparação entre os procedimentos cobertos pela saúde pública e privada é considerada um retrocesso por pacientes, entidades médicas, de defesa do consumidor e juristas. Eles consideram a integração nos moldes propostos pela ANS como um nivelamento por baixo. O motivo? A demora para a incorporação dos procedimentos mais avançados, e geralmente mais caros, pelo serviço público. Os especialistas também consideram que a mudança pode aumentar o número de processos judiciais sobre saúde, porque mexe no que consideram direito adquirido.A economista Marília de Almeida Dantas, diagnosticada em 2012 com câncer de mama em metástase nos ossos e fígado, usa, há dois meses, a medicação riscada da lista. Teme que a doença, hoje sob controle e restrita à mama e fígado, volte a se espalhar por outros órgãos e custa a acreditar na decisão da ANS. Ela já pensa em recorrer à Justiça para garantir o acesso ao remédio, que custa c

Senadores apresentarão proposta para viabilizar reforma do ICMS, informa Walter Pinheiro

Senadores devem apresentar, nesta terça-feira (14), uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para viabilizar a reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O objetivo é assegurar os recursos dos fundos criados para possibilitar a unificação do imposto. Outra medida será buscar acelerar a tramitação do projeto que cria uma política de desenvolvimento regional (PLS 375/2015). A informação é do presidente da Comissão Especial para Aprimoramento do Pacto Federativo, senador Walter Pinheiro (PT-BA), após entendimentos mantidos com o presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). As duas iniciativas fazem parte do pacote que inclui a medida provisó
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