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Após desistir de nova CPMF, governo prevê deficit primário no Orçamento

Trata-se da primeira vez na história que o governo não consegue fechar as contas e entra no vermelho, prevendo desequilíbrio fiscal. O governo vai apresentar nesta segunda-feira (31/8) ao Congresso uma proposta de Orçamento para 2016 com deficit primário da ordem de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), admitindo que gastará mais do que vai arrecadar, mesmo sem levar em conta despesas com pagamento de juros. Trata-se da primeira vez na história que o governo não consegue fechar as contas e entra no vermelho, prevendo desequilíbrio fiscal. O resultado negativo deve ficar próximo de R$ 30 bilhões.O reconhecimento das dificuldades foi a forma encontrada pelo Palácio do Planalto para evitar ""mascarar"" o Orçamento, num momento de crise política e econômica, às vésp

A agonia do SUS

O IBGE apresentou na quarta-feira 26 os primeiros resultados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais. Foram estudados os 5.570 municípios do País. O quesito saúde deixa ligada,

BioChimico: investir na gestão é estratégia para sustentar crescimento

Os segmentos Químico e Farmacêutico brasileiros apresentam importantes desafios e, ao mesmo tempo, imensas oportunidades. O Instituto BioChimico, uma das mais tradicionais companhias farmacêuticas do Brasil, conhece bem essa realidade. A empresa viu seu faturamento triplicar no último ano, exigindo pensamento estratégico de seus executivos. Uma das ações: profissionalizar ainda mais a gestão, com um sistema reconhecido mundialmente e que trouxesse valor para a companhia: o SAP Business All-in-One. Neste projeto, escolheu a Engine para a implementação do ERP na modalidade SaaS (Software como Serviço), utilizando o datacenter da IBM.“Fomos bastante impactados pela crise econômica global de 2008. Passamos por uma reorganização significativa e fomos capazes de reverter o cenário. Entendemos que para continuar crescendo de forma saudável, não era mais possível controlar a empresa em planilhas”, revela Paulo Toledo, Controller do BioChimico.Ao lembrar o histórico de negociação com a Engine, desde a primeira abordagem à conclusão do neg&

SP acusa ministério por verbas da saúde

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) e o Ministério da Saúde de Dilma Rousseff (PT) estão num embate sobre a forma de calcular os recursos do SUS repassados ao Estado.O secretário de Estado da Saúde, David Uip, diz que há ""pedaladas"" (manobras do governo federal para adiar pagamentos) que fizeram com que São Paulo deixasse de receber R$ 1 bilhão nos últimos anos, o que pode levar à redução de atendimentos.Uip afirma ter acionado a Procuradoria do Estado para estudar medidas judiciais.O Ministério da Saúde nega manobra ou redução de recursos e diz que o Estado não cumpriu 100% dos contratos com o SUS (leia na pág. B5).O impasse envolve, principalmente,

Mais da metade das cidades envia pacientes para outro município

Mais da metade dos municípios brasileiros (2.902 de 5.570, ou 52%) encaminha pacientes da atenção básica para realizar exames em outra cidade por falta de infraestrutura em suas unidades de saúde, revela o Perfil dos Estados e dos Municípios Brasileiros,divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O levantamento mostrou que em 60% dos municípios os pacientes têm de se internar fora.A prática é mais comum em localidades de até 50 mil habitantes, onde os estabelecimentos costumam ser precários, e nas Regiões Sudeste e Nordeste.Outra deficiência apontada pela pesquisa é a falta de atendimento de emergência 24 horas.São 12,9% os municípios que não dispõem desse tipo de serviço – a carência maior está no Nordeste;o Centro-Oeste é a região mais bem provida. É baixíssima a oferta de leitos de UTI neonatal: 93,4% das cidades não t&ecir
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