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Dilma reforça agenda positiva com Mais Médicos

Empenhada em estabelecer uma agenda positiva como reação à baixa popularidade, a presidente Dilma Rousseff aproveitou ontem a cerimônia de comemoração dos dois anos do programa Mais Médicos para reafirmar que cumprirá a promessa de campanha de criar o Mais Especialidades e anunciar novas ações na área. O governo ofertará 3 mil novas bolsas de residência médica pagas pelos ministérios da Saúde e Educação, contratará 880 professores para cursos de medicina e instituirá o Cadastro Nacional de Especialistas.A cerimônia organizada no Palácio do Planalto contou com uma audiência de simpatizantes, que interrompia o discurso da presidente com aplausos e gritos, principalmente quando foram citados os médicos cubanos que integram o programa. ""Eles deram demonstrações

Área mais afetada, saúde deve gastar 58,6% da verba prevista

Se tudo correr dentro do previsto, o prefeito Fernando Haddad (PT) terá gasto 58,6% do planejado para as metas de saúde até o fim de seu mandato.Do início da gestão até o fim de 2015, a Prefeitura terá gasto R$ 430 milhões do R$ 1,6 bilhão k previsto para os quatro anos de mandato. Em 2016, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a execução das sete metas da saúde será de R$ 508,7 milhões, o que fará a administração petista atingir R$ 938,7 milhões, pouco mais da metade do previsto.Reportagem publicada pelo Estado anteontem revelou que, até junho deste ano, a Prefeitura havia executado R$ 108 milhões do valor destinado para as metas da saúde, ou seja, 6,5% do estimado.Na ocasião, o secretário municipal da Saúde, José de Filippi Júni

Haddad executa apenas 6,5% de R$ 1,6 bi previsto para metas na área da Saúde

A gestão Fernando Haddad (PT) terá dificuldades para cumprir suas promessas na área da Saúde. Os sete compromissos firmados pelo prefeito no Plano de Metas consumiriam, nos quatro anos de mandato,cerca de R$ 1,6 bilhão em verbas. Até agora, no entanto,somente R$ 108,9 milhões, ou 6,5% do total, foram efetivamente gastos, segundo dados do site de acompanhamento do plano.O secretário municipal da Saúde, José de Filippi Júnior, afirmou ao Estado, porém, que a execução orçamentária divulgada está desatualizada e que a pasta já teria gasto o equivalente a 15,6% do previsto.Balanço divulgado pela Prefeitura no fim de junho mostra que a gestão cumpriu,até agora, um em cada quatro compromissos previstos no Plano de Metas em todas as áreas.O Estado analisou os dados, visitou diversos bairros e equipamentos públicos para mostrar a situação das áreas de Saúde,Educação,Habitação e urbanismo.No caso da Saúde, os recursos tornariam realidade, além de três

Novo presidente da Anvisa quer registro de medicamentos mais ágil

À frente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) há duas semanas, o médico sanitarista pernambucano Jarbas Barbosa assumiu a presidência da agência defendendo uma vigilância sanitária com foco nas probabilidades de risco, que proteja o cidadão, mas que não tenha caráter proibitivo ou invasivo na vida dos cidadãos. Em entrevista à “Agência Brasil” durante o 11º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, Barbosa destacou como desafios para seus três anos de mandato a aproximação da agência com a população e a redução das burocracias desnecessárias do setor. O presidente da agência também anunciou que a Anvisa poderá aprovar novas regras para agilizar o registro de medicamentos no Brasil.Na avaliação do diretor-presidente, a Anvisa se desenvolveu muito em 15 anos de existência, mas precisa começar a usar as redes sociais para chegar às pessoas, por exemplo, para que informar sobre quais remédios es

Como curar uma doença negligenciada

Uma maneira fácil de reconhecer uma doença negligenciada pela comunidade de pesquisa médica é a reação diante de um surto inesperado que causa comoção mundial. No caso da atual epidemia de Ebola, que matou 11 mil pessoas em um ano e meio no oeste da África, bastou um ano para que surgisse uma vacina altamente eficaz, quando o normal é esperar mais de uma década.A vacina que exibiu virtualmente 100% de eficácia teve os resultados de seu primeiro teste clínico divulgados na sexta-feira passada na revista ""The Lancet"". O imunizante, desenvolvido pela Agência de Saúde Pública do Canadá e depois adquirido pela Merck. Testes foram coordenados por equipes da OMS e da Escola de Saúde Pública de Harvard, de Boston.No caso do ebola, não era exatamente uma opção demorar para fazer os testes. Não só a doença era extremamente agressiva, mas os surtos de ebola normalmente não chegam a durar muitos anos, mesmo que matem muitas pessoas. Cientistas conseguiram começar a testar as primeiras vacinas em março, pouco mais de um ano depois do início da epidemia, e nessa época medidas de contenção já estavam começando a frear o aumento desenfreado no número de casos.Os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, que estão desenvolvendo uma outra vacina candidata, estimavam ser necessário que o imunizante fosse aplicado em 150 mil voluntários para que um teste fosse feito em condições ideais. Em maio, o número de pessoas em contato com doentes de ebola já era provavelmente mais baixo que esse.O que permitiu aos cientistas da OMS avaliar a eficácia da droga foi a estratégia de testes clínicos ""em anel"". Nesse esquema, não existe um grupo de pacientes de controle que recebem placebo em vez de
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