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90% dos problemas se resolvem com gestão, diz secretário de Saúde do DF

O novo secretário de Saúde do Distrito Federal, Fábio Gondim, afirmou ao G1 que entre 80% e 90% dos problemas da pasta se resolvem com gestão. O ex-consultor do Senado e ex-assessor de Roseana Sarney (PMDB) assumiu o cargo no lugar do médico João Batista de Sousa, que pediu demissão na quinta-feira (23) após sete meses de trabalho.Entre os problemas da área – que segue em estado de emergência até janeiro do próximo ano – estão o desabastecimento de remédios, baixa manutenção de equipamentos e déficit de servidores. Para o novo secretário, também há falta de comunicação e outras falhas que culminam, por exemplo, com compras duplicadas.“Há desperdício, há desvio, há falta de medicamento, há sobra de equipamento a ponto de ele ser perdido por perda do prazo de validade. Os equipamentos são adquiridos sem uma sistematização. Mandei fazer uma norma ontem, para que seja feita já a partir de hoje: todo processo de aquisição de equipamento tem de ser acompanhado de um parecer por escrito da área de infraestrutura e logística dizendo que há espaço físico e instalação adequada para recebê-lo”, afirmou.De acordo com Gondim, os sete meses de gestão do antecessor já representaram uma mudança em relação a práticas do tipo. Ele também citou haver investig

Hepatite, a epidemia silenciosa e esquecida

Por que doenças como a Aids mobilizam tanto e as hepatites, que matam muito mais, são ainda tão ignoradas? Eu e outros colegas já fizemos muitas vezes essa pergunta, mas não custa nada repeti-la nesta terça (28), Dia Mundial contra a Hepatite. Vários eventos estão previstos para alertar sobre essa epidemia silenciosa que afeta mais de 2 milhões de brasileiros, dos quais menos de 5% são tratados. Como tantas outras efemérides em saúde, é nesse dia em que a doença sai debaixo do manto da invisibilidade que a encobre e mostra a sua cara. Depois, cai no esquecimento de novo por mais um ano.Todo mundo conhece alguém que já teve ou tem algum tipo de hepatite. Eu perdi uma prima, à época com 11 anos, vítima de hepatite A fulminante, fato raro já que, na infância, a A tende a ser benigna. Na gravidez ou em uma fai

Contra crise, setor deve apostar em prevenção.

Racionalizar a incorporação de novas tecnologias de saúde, investir em atenção básica e em programas de prevenção e estimular o uso consciente do plano pelos pacientes são as principais medidas defendidas por especialistas, operadoras e governo na tentativa de impedir que o aumento dos gastos de saúde faça com que o convênio médico se torne, no futuro, um serviço que poucos poderão pagar.Se já é certo que o número de pacientes idosos nos planos subirá ano a ano,o esforço das operadoras deve se concentrar em promover um envelhecimento saudável dos seus beneficiários, diminuindo, assim, fatores de risco para doenças graves que levam ao aumento dos gastos.É por isso que uma das principais medidas estimuladas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é a oferta de programas de prevenção e promoção da saúde.“Com as mudanças demográficas e o envelhecimento da população,aumenta a prevalência de doenças crônicas não transmissíveis, como problemas cardiovasculares, diabete.Combatendo o tabagismo, o sedentarismo e hábitos alimentares indevidos, esses programas melhoram a condição de saúde da população e impactam num menor custo assistencial das operadoras”, diz Raquel Lisbôa, gerente-geral

Custos dos planos de saúde triplicarão em 15 anos e devem chegar a R$ 283 bi

Projeções a longo prazo costumam preconizar problemas que, no fim, só serão sentidos por gerações futuras e, por isso, costumam ser empurrados com a barriga. Na área de saúde, porém, instalou-se uma bomba-relógio que, se não for desarmada agora, vai estourar logo ali, no colo de todos. Nos próximos 15 anos, os gastos das empresas privadas de saúde vão quase triplicar, passando de cerca de R$ 106 bilhões por ano para R$ 283 bilhões –com impactos para todo o sistema de saúde suplementar, incluindo sobre os cerca de 54 milhões de beneficiários.Segundo projeções do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o gatilho para um salto tão expressivo em um prazo tão curto é a mudança na demografia: o brasileiro não só está ficando mais velho, como vive mais e sente os contratempos que a longevidade costuma acarretar sobre a saúde.Luiz Augusto Carneiro, superintendente do IESS, projeta um cenário “preocupante”.“Nossas projeções mostram que os custos vão crescer muito e rapidamente. As empresas e os beneficiários precisam se preparar desde já para as mudanças”, diz ele.Carneiro destaca que será uma tarefa coletiva. As empresas terão de rever a gestão, buscar ganhos de eficiência e até repensar o tipo de serviço. Os beneficiários, por sua vez, terão de pensar a vida – e os cuidados coma saúde no longo prazo.Entender a matemática financeira da demografia, avalia ele, dá algumas pistas sobre

Custos e cenário ruim desestimulam permanência no Novo Mercado

O empresário Edson Bueno, controlador da Dasa, informou nesta sexta-feira, por meio de comunicado, que a saída da empresa de medicina diagnóstica do Novo Mercado da BM&FBovespa vai permitir a redução de custos atrelados ao departamento de relações
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