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Em crise, hospitais de SP cortam gastos e limitam atendimento

Três grandes e estratégicos hospitais que fazem atendimento gratuito à população de São Paulo vivem séria crise financeira e trabalham no limite de suas possibilidades.Na Santa Casa (centro), no Santa Marcelina (zona leste) e no Hospital São Paulo (zona sul), o problema maior é que essas instituições chegaram a seus ápices de endividamento com credores, estão trabalhando com caixas negativos e, como consequência, com dificuldades de contrair novos empréstimos.Dessa maneira, não há capacidade de investimento em melhorias nem mesmo dinheiro para que o funcionamento normal seja garantido.O médico José Roberto Ferraro, diretor-geral do Hospital São Paulo, que atende cerca de 5.000 pessoas por dia, defende um ""pacto nacional"" em busca de recursos financeiros para ""salvar a saúde pública do país"".A instituição acumula dívidas de R$ 90 milhões e fecha, todos os meses, com um deficit de cerca de R$ 1,5 milhão. Há atraso n

Cuba elimina transmissão de aids e sífilis de mãe para filho

Cuba se tornou o primeiro país do mundo a eliminar a transmissão de HIV e sífilis de mãe para filho. A conquista foi validada ontem pela Organização Mundial da Saúde(OMS),que ressaltou o papel do sistema de saúde cubano, focado na atenção básica, no processo de eliminação.“O êxito de Cuba demonstra que o acesso e a cobertura universais de saúde são factíveis e, de fato, a chave desse êxito, até mesmo contra desafios tão complexos como o HIV”, disse a diretora da Organização Panamericana de Saúde(Opas),Carissa Etienne,em coletiva de imprensa realizada em Washington para anunciar o feito.AOMS considera eliminada a transmissão vertical do HIV quando se registram menos de dois casos para cada cem bebês nascidos de mulheres infectadas.No caso da sífilis, a taxa deve ser inferior a 0,05 casos a cada 2 mil nascidos vivos. Em Cuba, apenas

Ciclo de debates em Vigilância Sanitária

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Doenças genéticas e câncer lideram ações judiciais por medicamentos

Os cinco medicamentos mais reivindicados por ações judiciais ao Governo Federal são todos destinados ao tratamento de doenças genéticas e, juntos, representam 81,6% dos gastos com judicialização da saúde em 2014. O câncer aparece em segundo lugar, com 11 medicamentos entre os 25 mais demandados. Juntas, as terapias contra tumores representaram 2,6% do total. Os dados são referentes à modalidade “compras”, que respondem por 83,32% das ações, segundo levantamento realizado pela Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).Nos últimos três anos, o valor pago em ações judiciais saltou de R$ 367 milhões em 2012 para R$ 844 milhões em 2014; um aumento de 129%. O acumulado desse período é de R$ 1,76 bilhão. As ações judiciais são motivadas pela falta de acesso a tratamentos no SUS, seja por falta de disponibilidade dos medicamentos ou porque eles não foram incorporados (não fazem parte da lista de

Medicamento biotecnológico bate recorde em 2014, diz EY

A indústria global de medicamentos biotecnológicos, que levam esse nome por serem obtidos a partir de organismos vivos como células, bactérias e leveduras, bateu recordes em 2014 nos principais indicadores econômico financeiros e, pela primeira vez na história, ultrapassou a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado, segundo relatório anual da consultoria EY. Esse desempenho, porém, traz também novos desafios à indústria, que no Brasil começa a engatinhar por meio de acordos de transferência de tecnologia.De acordo com a 29ª edição do relatório ""Beyond Borders - Reaching new Heights"", a maturação do segmento em outros mercados, com destaque para Estados Unidos e Europa, que estão muito à frente de outras regiões em pesquisa e receitas, deu origem a uma nova fase de inovação biotecnológica que vai criar valor a pacientes, investidores
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