Notícias

Ministro da Saúde diz que subfinanciamento é principal problema do SUS

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse nesta terça-feira (25), em debate na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), que o principal problema do Sistema Único de Saúde (SUS) não é a má gestão, e sim a falta de recursos, mesmo tendo as três esferas de governo (federal, estaduais e municipais) elevado os gastos na área nos últimos anos.Os gastos federais com ações e serviços públicos de saúde passaram de R$ 58,3 bilhões em 2010 para R$ 98,4 bilhões neste ano. Mesmo assim, Chioro disse que o Brasil gasta relativamente pouco com saúde, quando comparado a outros países.Gasto per capitaSegundo o Banco Mundial, informou o ministro, o Brasil despende US$ 525 por habitante, ao ano, com ações de saúde, número que inclui as despesas das três esferas. Países que também têm sistemas universais como o SUS gastam em média US$ 3 mil por habitant

Investimentos no setor de saúde movimentam escritórios de advocacia

A permissão para a entrada de capital estrangeiro em hospitais, dada pela Lei nº 13.097, de janeiro, tem movimentado a área de fusões e aquisições (M&A) dos escritórios de advocacia. O país tem atraído o interesse de investidores asiáticos, europeus e americanos, que não se intimidam nem mesmo com a tramitação de uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra a norma no Supremo Tribunal Federal (STF).A nova lei autoriza a participação direta ou indireta ou mesmo o controle de hospitais por estrangeiros. Nos primeiros seis meses, já foram gerados bilhões de reais em negócios que, segundo advogados, não devem ser afetados pela Adin, apresentada em fevereiro pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados - que congrega engenheiros, médicos, farmacêuticos, odontologistas e nutricionistas.A Adin tem como parte interessada a Federação Nacional dos Farmacêuticos. Presidente da entidade, Ronald dos Santos, argumenta que a norma viola o parágrafo 3º do artigo 199 da Constituição Federal, sobre a participação direta ou indireta de capital estrangeiro na assistência à saúde do país. Ele cita também o

Programas de autocuidado são saída para redução de custos

Após esgotar as saídas para redução de custos, as operadoras de saúde e as empresas contratantes devem se unir para elevar a rentabilidade dos planos e diminuir, através de programas ao beneficiário, o uso irracional dos serviços com programas de autocuidado. Para empresas como a Amil e SulAmérica, a ação é a cartada final para cortar gastos.Atualmente, um dos maiores desafios da saúde suplementar é a contenção dos custos. Só no acumulado dos últimos 12 meses, terminados em março, a despesa total - custos assistenciais, administrativos e impostos - das operadoras médico-hospitalares e odonto- lógicas atingiu R$ 134,8 bilhões, superando as receitas de contraprestações - recursos provenientes das mensalidades - em R$ 351 milhões.De acordo com especialistas, para reverter o quadro é necessário que as empresas mudem o foco das ações da doença para a saúde. ""O caminho é fechado e esta é a única forma de conter os custos. Mas ele não é natural, por isso é preciso investir em programas de autocuidado que ensinem à população a se manter saudável"", afirma a CEO da Aliança para Saúde Populacional (Asap), Milva Gois.Antes de implementar os programas é necessário que as empresas invistam em mapeamento dos níveis de saúde existentes em seu quadro, elaborem ações exclusivas, trabalhem no engajamento, saibam como mensurar os programas para integrar as ações. ""Para conseguir as informações necessárias, as empresas devem integrar os dados da saúde assistencial e ocupacio

Mosquitos da discórdia

A mera expressão ""mosquito transgênico"" soa ameaçadora para a maioria das pessoas. A reação visceral se explica pela conturbada introdução dos organismos geneticamente modificados no dia a dia, duas décadas atrás, cujos ecos ainda se fazem ouvir na forma de preconceitos irracionais.O inseto foi desenvolvido pela empresa britânica Oxitec, incubada na Universidade de Oxford e que abriu uma filial em Campinas para vender no Brasil seu produto de combate à dengue. Mas ela anda tropeçando na burocracia.O mosquito é o Aedes aegypti, cujas fêmeas adultas transmitem os vírus da dengue ao sugar o sangue de humanos. A Oxitec inseriu na sua linhagem OX

Padilha: SP será pioneira no Mais Especialidades

O novo secretário municipal de Saúde de São Paulo, Alexandre Padilha, afirmou ontem em sua posse que a capital será uma das primeiras a aderir ao Mais Especialidades, programa do governo federal que tem como objetivo aumentar o número de médicos especialistas no País. “O que vou fazer é preparar a cidade de São Paulo para que ela seja uma das primeiras da classe de implementação do Mais Especialidades.” Ministro da Saúde entre 2011 e 2014 e criador do programa Mais Médicos, Padilha deverá usar sua influência e bom relacionamen
Página 0 de 332)

Desenvolvido por MakeIT Informática