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Contra crise, setor deve apostar em prevenção.

Racionalizar a incorporação de novas tecnologias de saúde, investir em atenção básica e em programas de prevenção e estimular o uso consciente do plano pelos pacientes são as principais medidas defendidas por especialistas, operadoras e governo na tentativa de impedir que o aumento dos gastos de saúde faça com que o convênio médico se torne, no futuro, um serviço que poucos poderão pagar.Se já é certo que o número de pacientes idosos nos planos subirá ano a ano,o esforço das operadoras deve se concentrar em promover um envelhecimento saudável dos seus beneficiários, diminuindo, assim, fatores de risco para doenças graves que levam ao aumento dos gastos.É por isso que uma das principais medidas estimuladas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é a oferta de programas de prevenção e promoção da saúde.“Com as mudanças demográficas e o envelhecimento da população,aumenta a prevalência de doenças crônicas não transmissíveis, como problemas cardiovasculares, diabete.Combatendo o tabagismo, o sedentarismo e hábitos alimentares indevidos, esses programas melhoram a condição de saúde da população e impactam num menor custo assistencial das operadoras”, diz Raquel Lisbôa, gerente-geral

Custos dos planos de saúde triplicarão em 15 anos e devem chegar a R$ 283 bi

Projeções a longo prazo costumam preconizar problemas que, no fim, só serão sentidos por gerações futuras e, por isso, costumam ser empurrados com a barriga. Na área de saúde, porém, instalou-se uma bomba-relógio que, se não for desarmada agora, vai estourar logo ali, no colo de todos. Nos próximos 15 anos, os gastos das empresas privadas de saúde vão quase triplicar, passando de cerca de R$ 106 bilhões por ano para R$ 283 bilhões –com impactos para todo o sistema de saúde suplementar, incluindo sobre os cerca de 54 milhões de beneficiários.Segundo projeções do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o gatilho para um salto tão expressivo em um prazo tão curto é a mudança na demografia: o brasileiro não só está ficando mais velho, como vive mais e sente os contratempos que a longevidade costuma acarretar sobre a saúde.Luiz Augusto Carneiro, superintendente do IESS, projeta um cenário “preocupante”.“Nossas projeções mostram que os custos vão crescer muito e rapidamente. As empresas e os beneficiários precisam se preparar desde já para as mudanças”, diz ele.Carneiro destaca que será uma tarefa coletiva. As empresas terão de rever a gestão, buscar ganhos de eficiência e até repensar o tipo de serviço. Os beneficiários, por sua vez, terão de pensar a vida – e os cuidados coma saúde no longo prazo.Entender a matemática financeira da demografia, avalia ele, dá algumas pistas sobre

Custos e cenário ruim desestimulam permanência no Novo Mercado

O empresário Edson Bueno, controlador da Dasa, informou nesta sexta-feira, por meio de comunicado, que a saída da empresa de medicina diagnóstica do Novo Mercado da BM&FBovespa vai permitir a redução de custos atrelados ao departamento de relações

A saúde e suas siglas

Pesquisas mostram que a saúde é a principal preocupação dos brasileiros, mas nem sempre a agenda do setor é atraente ou fácil de ser compreendida pela grande maioria da população.Muitas vezes insistimos em falar em siglas ou nomes de tecnologias e até de modelos de gestão como se todos os nossos interlocutores tivessem o mesmo nível de conhecimento ou o mesmo interesse que os profissionais da área de saúde. Além disso, não raramente, observamos tecnologias e ferramentas sendo apresentadas de maneira equivocada, como se elas fossem a solução de todos os problemas.É o que está ocorrendo no Brasil em relação ao DRG (da sigla em inglês Grupos de Diagnósticos Relacionados). Alguns segmentos da área de saúde defendem este recurso como um redutor –quase milagroso– de custos hospitalares, no entanto, DRG é

EUA testam novo tratamento para retardar o avanço do Alzheimer

Remédio retarda progressão da doença quando diagnosticada no começo.Medicamento ainda será testado e não está à venda. A ciência está avançando, aos poucos, na busca por um tratamento para o mal de Alzheimer. Os médicos estão testando um remédio que retarda a progressão da doen&
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