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Custos de saúde devem atingir 5,4 trilhões de dólares em 10 anos

Os valores divulgados pelo CMS apontam para que o aumento médio da despesa deva atenuar mas que seja superior ao crescimento do PIB As despesas com a Saúde devem crescer a uma taxa anual média de 5,8% ao longo da próxima década, e, em 2024, devem atingir os 5,4 trilhões de dólares. Durante o mesmo período de tempo, o PIB é esperado para crescer a uma taxa média de 4,7%. Os valores foram divulgados pelo Centers for Medicare e Medicaid Services (CMS). As novas projeções foram publicadas no Health Affairs e traçam um cenário com duas vertentes bem distintas, no que diz respeito a gastos com saúde. A vertente positiva prevê elas devam crescer na próxima década a uma taxa mais lenta do que em diversos momentos no passado. A vertente neg

ANS deve barrar liberação de reajustes

Apesar de reconhecer o significativo peso dos planos de saúde individuais e familiares sobre os custos das principais operadoras do país, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não deve aceitar mudanças significativas no cálculo dos reajustes. As maiores empresas do setor têm feito pressão sobre o governo em busca da liberação dos índices de reajuste, mas o pleito não deve prosperar, disse ao Valor uma fonte na ANS.A agência tem discutido exaustivamente o tema em reuniões com representantes da Casa Civil e dos ministérios da Saúde e da Fazenda. Os encontros foram convocados pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, que busca uma solução de consenso entre as empresas e a agência reguladora. A reunião mais recente, no último dia 27, terminou sem qualquer sinalização de mudança nas regras atuais.A avaliação da ANS é de que a discussão ""está encerrada"". A agência reconhece que as correções autorizadas anualmente ficam abaixo da evolução dos custos das empresas, mas pondera que uma eventual liberação dos aumentos não traria benefícios ao cidadão. ""Reajustes maiores iriam expulsar quem já tem os planos e espantar os inte

Planos de saúde verticalizados crescem entre 15% e 20%

Consideradas o patinho feio do setor há cerca de cinco anos, as operadoras de planos de saúde com hospitais, clínicas e laboratórios próprios hoje são vistas com outro olhar. As operadoras verticalizadas têm conseguido controlar melhor seus custos pois têm rede própria.É o caso de Hapvida, Intermédica, São Francisco Saúde e Unimed-BH, que têm em comum uma rede verticalizada. Elas tiveram crescimento entre 15% e 20% da receita no primeiro semestre e estimam fechar o ano com esse patamar de expansão. Trata-se de um desempenho relevante porque a previsão do setor é de queda ou no máximo empatar com 2014.Nos três primeiros meses do ano, o mercado de planos de saúde perdeu 10

Dilma reforça agenda positiva com Mais Médicos

Empenhada em estabelecer uma agenda positiva como reação à baixa popularidade, a presidente Dilma Rousseff aproveitou ontem a cerimônia de comemoração dos dois anos do programa Mais Médicos para reafirmar que cumprirá a promessa de campanha de criar o Mais Especialidades e anunciar novas ações na área. O governo ofertará 3 mil novas bolsas de residência médica pagas pelos ministérios da Saúde e Educação, contratará 880 professores para cursos de medicina e instituirá o Cadastro Nacional de Especialistas.A cerimônia organizada no Palácio do Planalto contou com uma audiência de simpatizantes, que interrompia o discurso da presidente com aplausos e gritos, principalmente quando foram citados os médicos cubanos que integram o programa. ""Eles deram demonstrações

Área mais afetada, saúde deve gastar 58,6% da verba prevista

Se tudo correr dentro do previsto, o prefeito Fernando Haddad (PT) terá gasto 58,6% do planejado para as metas de saúde até o fim de seu mandato.Do início da gestão até o fim de 2015, a Prefeitura terá gasto R$ 430 milhões do R$ 1,6 bilhão k previsto para os quatro anos de mandato. Em 2016, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a execução das sete metas da saúde será de R$ 508,7 milhões, o que fará a administração petista atingir R$ 938,7 milhões, pouco mais da metade do previsto.Reportagem publicada pelo Estado anteontem revelou que, até junho deste ano, a Prefeitura havia executado R$ 108 milhões do valor destinado para as metas da saúde, ou seja, 6,5% do estimado.Na ocasião, o secretário municipal da Saúde, José de Filippi Júni
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