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Respeito e eficiência na rastreabilidade de medicamento

O Brasil vem se preparando para adotar uma solução que pretende trazer mais segurança aos medicamentos consumidos no país, mas está correndo sério risco de implementá-la erroneamente e prejudicar de forma inequívoca aqueles a quem se busca proteger, justamente os usuários de medicamentos.Aprovada em 2009, a lei nº 11.903 prevê que cada medicamento produzido e comercializado no Brasil seja rastreável, ou seja, que contenha uma forma de ser identificado individualmente e acompanhado desde sua produção até o consumidor final, inclusive com informações sobre o médico que o prescreveu.Ocorre que, na pressa de lançar a novidade, estamos cometendo dois graves erros. O primeiro deles é o tempo de implantação. Enquanto na Europa e nos Estados Unidos estabeleceu-se um prazo de dez anos, no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) impôs um limite de apenas três.Não precisamos de muita reflexão para entender que a condução deste trabalho requer o tempo necessário para a implementação do sistema de forma segura e eficiente. Para que se tenha uma noção do tamanho do problema, mais de 3 mil linhas de

Aposta errada na saúde

O que não tem faltado nos últimos anos são más notícias sobre o sistéma de saúde. Elas se sucedem com frequência cada vez maior e, além do setor público onde a crise é crônica, passaram a atingir também a saúde privada. Dispor de um plano de saúde coletivo - por meio da empresa onde se trabalha ou da associação de classe a que se pertence - ou individual, pelo qual se paga muito caro, já não garante a tranquilidade que se tinha antes, principalmente no que diz respeito aos mais velhos.O crescimento dos gastos anuais das empresas de saúde privada - que devem quase triplicar nos próximos 15 anos, segundo trabalho feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), passando de R$ 106 bilhões para R$ 283 bilhões deve colocá-las em sérias dificuldades, juntamente com seus 54 milhões de clientes, se medidas ousadas não começarem a ser tomadas desde já. O principal responsável por essa situação é de ordem

Anvisa quer substituir uso de animais por métodos alternativos em testes

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta quinta-feira (30) uma resolução que reconhece a aplicação de métodos alternativos ao uso de animais em pesquisas para desenvolvimento de produtos.A medida pode levar à redução do uso de animais em alguns dos testes feitos pelas empresas que atuam nas áreas reguladas pela agência, como cosméticos, medicamentos e outros produtos para a saúde.Em geral, os animais são utilizados na chamada fase ""pré-clínica"" das pesquisas, em testes que visam dar informações preliminares da segurança e toxicidade. Caso esses testes sejam satisfatórios, a pesquisa passa para a ""fase clínica"", em humanos.Hoje, 17 métodos alternativos ao uso de animais têm o reconhecimento do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal). A cada nova validação no conselho, é dado o prazo de cinco anos para as empresas se adapta

Cartilha esclarece dúvidas sobre incentivos fiscais

Material também incentiva empresas e pessoas a contribuírem com projetos sociaisCom o objetivo de esclarecer dúvidas sobre os benefícios dos incentivos fiscais, a Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) e a

Investe SP reúne governo, consultorias, associações e empresas para incentivar melhorias na cadeia da Saúde

A Investe São Paulo realiza, no dia 12 de agosto, o Seminário Propostas do Estado de São Paulo para Inovar a Saúde no Brasil. O evento será realizado na sede da Agência, no Parque Tecnológico do Estado. O objetivo da Investe SP e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde e a Fiesp, é reunir empresas, governo e associações empresariais para discutir o desenvolvimento do setor no Estado.“Faz parte de nossa função fomentar o desenvolvimento do Estado, principalmente em áreas complexas como a da Saúde. Nossa infraestrutura e a qualidade das nossas universidades abrem um potencial enorme para ser explorado nos próximos anos em diversos aspectos”, disse o presidente da Investe SP, Juan Quirós.O se
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