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ABIIS entrega aos candidatos à presidência sugestões para o aprimoramento do setor de saúde

As propostas envolvem questões regulatórias, participação maior da sociedade nas decisões governamentais e adesão de normas internacionais A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS elaborou cinco sugestões para o aprimoramento do setor e está entregando aos candidatos à presidência como forma de contribuição setorial. Os itens considerados fundamentais para a Aliança envolvem questões regulatórias, participação maior da sociedade nas decisões governamentais adotadas e adesão de normas técnicas internacionais de comprovada eficácia.“Este setor é extremamente dinâmico e demanda alto investimento. O ciclo de vida dos produtos é curto, apesar do custo elevado e tecnologia envolvidos, e atrasos causados por regulação de baixa qualidade podem tornar a tecnologia superada mesmo antes dela ingressar no país”, explica o diretor-executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira Gomes. A Aliança entende que o setor de dispositivos médicos é altamente regulado no Brasil e não poderia
Demoday BioStartup Lab Rodada INTERFARMA 02 - no maior evento de inovação da América Latina ABIMED

Demoday BioStartup Lab Rodada INTERFARMA 02 - no maior evento de inovação da América Latina

Demoday BioStartup Lab Rodada INTERFARMA 02 Após 10 semanas de programa de pré-aceleração, o grande momento de finalização do BioStartup Lab INTERFARMA 02 se aproxima! Hora de mostrar à investidores, grandes empresas e atores do ecossistema de inovação o resultado de muito trabalho e dedicação. O demoday é o evento final do BioStartup Lab, e tem como intuito evidenciar a evolução, o potencial do negócio e buscar investimento e oportunidades para os empreendedores. Exist

Queixas contra planos com coparticipação crescem

Mais da metade dos planos de saúde contratados no Brasil s&ati

Estudos ligam avanço da pobreza ao aumento da mortalidade infantil no País

O aumento da mortalidade infantil pela primeira vez desde 1990 está relacionado ao avanço da pobreza e à redução de investimentos em áreas consideradas cruciais para o desenvolvimento e para saúde. É o que apontam estudos técnicos levados nesta semana ao Ministério da Saúde, que buscou especialistas para discutir as razões da elevação das taxas de óbitos entre menores de 1 ano e de mortalidade materna.Em 2016, conforme os dados divulgados em julho, houve 14 óbitos para cada mil nascidos vivos – avanço de 4,8% em relação aos 13,3 de 2015. Quando as estatísticas começaram a ser analisadas, a professora da Universidade de Brasília (UnB) Ana Maria Nogales Vasconcelos foi uma das primeiras vozes a levantar a hipótese de que, com a redução do nascimento de bebês, sobretudo por causa da epidemia de zika, as taxas de óbitos de menores de 1 ano poderiam ser puxadas para cima.Ou seja, com menos nascidos vivos at
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