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Coluna do Broadcast: Estrangeiro volta a analisar ativos no setor da saúde

O setor da saúde volta a chamar atenção do mercado de fusões e aquisições. Na mira, estão hospitais, planos de saúde, clínicas de nicho, casas de repouso, ramo farmacêutico e laboratórios. Por trás desse interesse estão, principalmente, investidores internacionais. Em 2015, estrangeiros receberam a bênç

Instituto ligado à Fiocruz lança fundo e mira R$ 10 milhões

O Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fiocruz, lançou um "endowment" para captar doações para investimentos na produção e no desenvolvimento tecnológico de novos produtos para a saúde. O objetivo, segundo o diretor-presidente da entidade, Pedro Barbosa, é levantar R$ 10 milhões nos primeiros dois anos, quantia mínima necessária para gerar as operações do fundo patrimonial e começar a aplicar em projetos.O endowment é um fundo patrimonial que em geral possui obrigação de preservar perpetuamente o valor doado e usar somente os rendimentos para a manutenção da organização que financia. O maior deles, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, tem um patrimônio avaliado em quase US$ 40 bilhões.O assunto ganhou força nos últimos meses no Brasil. Nos primeir

Prótese é ajustada em 10 minutos

Uma das vantagens das próteses robóticas é a possibilidade de desenvolvimento de peças personalizadas. Agora, pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte, da Universidade da Carolina do Norte e da Universidade Estadual do Arizona, todas nos Estados Unidos, desenvolveram um sistema de inteligência artificial que, além de deixar a peça customizada, permite que as etapas de personalização sejam feitas em pouco tempo. O programa ajusta um joelho protético às particularidades do usuário em cerca de 10 minutos. Hoje, esse processo pode durar até 12 horas.Ao começar a usar uma prótese de joelho moderna, o paciente precisa de acompanhamento de um especialista. Isso porque a tecnologia não vem com parâmetros de funcionamento para que a peça se adapte sozinha ao peso, à altura e à estatura de um indivíduo. São necessários te
Startup cria braços biônicos de super-heróis ABIMED

Startup cria braços biônicos de super-heróis

Aos 13 anos, Tilly Lockey é uma garota britânica que adora moda e vive chamando atenção por onde passa. Quando bebê, sofreu um tipo grave de meningite e teve as mãos amputadas, mas não é a deficiência que faz pessoas na rua lhe pararem para pedir fotos. Ela tem braços biônicos de super-herói, as próteses mais avançadas do mercado feitas a baixo custo.“Adoro combinar minhas roupas com minhas mãos”, diz Lockey, uma das primeiras usuárias do Hero Arm, criado através de impressoras 3D pela Open Bionics, uma startup de Bristol (Reino Unido).Graças a uma parceria com a Disney, crianças a partir dos 9 anos e com amputações abaixo do cotovelo podem escolher entre braços do “Homem de Ferro”, que vem com lasers e uma luz na palma na mão, da “Frozen”, com glitters e flocos de neves brilhantes, ou inspirado no robô BB-8 de “Star Wars”.“Um garoto queria do Darth Vader, mas a Disney não liberou. Não queriam nenhuma criança indo para o lado negro da força”, brincou a cofundadora da Open Bionics Samantha Payne, numa conferência em Austin chamada Body Hacking Con. “Queremos transformar deficiências em superpoderes e fazemos isso através do design”, disse.

Cresce dependência da indústria de alta tecnologia por importado

Um total de 60 classes industriais importou, em 2016, pelo menos um terço dos insumos e componentes utilizados no seu processo produtivo. O grupo representa menos de um quarto do total de 258 classes industriais existentes no país, mas contempla 48 segmentos responsáveis por cerca de dois terços da produção industrial brasileira de alta e média-alta tecnologia.O quadro não é pontual e resulta de um longo processo que acentuou a dependência tecnológica da indústria brasileira de insumos e componentes mais elaborados e sofisticados. No biênio 2003/2004, a parcela de insumos importados em relação ao total aplicado na produção brasileira era de 16,5%, fatia que aumentou para 24,4% dez anos depois. O avanço maior concentrou-se nos setores mais intensivos em tecnologia.Enquanto o coeficiente de importação da produção de baixa e média-baixa tecnologia cresceu de 10,8% para 13,6% no período, o da alta e média-alta tecnologia saltou mais de doze pontos percentuais, de 26,3% para 38,7%. Os dados são de levantamento do economista e pesquisador Paulo César Morceiro, do Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP). O pesquisador teve acesso a dados não publicados da Pesquisa Industrial Anual Empresa (PIA-E) do IBGE e avaliou as 258 classes industriais existentes no país. Ele explica que classe industrial é a desagregação mais detalhada das estatísticas de atividade do país. Parte das informações integrou a tese de doutorado apresentada por Morceiro na Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP).http://portal.newsnet.com.br/arquivo?caminho=arquivos/figuras&nome=2019/03/06/20190306072344711.jpgPara mensurar o grau de importação, Morceiro usou o Coeficiente Importado de Insumos e Componentes Comerc
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