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Impressoras 3D podem abastecer os hospitais

Com a grande quantidade de casos da Covid-19, o número de internações em todo o mundo disparou. Os hospitais, porém, não estão preparados para a grande quantidade de pacientes, considerando desde os estoques mais simples, como os de máscaras, às instalações mais complexas, as UTIs, por exemplo. Na tentativa de ajudar na resolução do problema, cientistas americanos sugerem o uso da impressão 3D e da luz ultravioleta para, respectivamente, a confecção de materiais usados por profissionais de saúde e pacientes e a esterilização deles.As soluções foram criadas por engenheiros da Universidade Binghamton. A primeira teve como foco uma das necessidades mais urgentes no tratamento de pacientes com Covid-19: os respiradores artificiais. A proposta é, por meio de um adaptador, conectar vários pacientes a um ventilador. Essas peças são impressas em 3D. Os cientistas explicam que não é um cenário ideal, mas pode funcionar temporariamente caso haja um grande fluxo de pessoas necessitando de cuidados críticos.“Quando verificamos os vídeos do YouTube sobre esses adaptadores, percebemos que outros cientistas tiveram a ideia, mas não chegaram ao design”, conta

Regulamentada às pressas, consulta médica a distância explode no Brasil

Regulamentada às pressas no País por causa do surto de covid19, a telemedicina teve nas duas últimas semanas uma explosão em número de atendimentos. As consultas a distância entraram na rotina de hospitais, operadoras e clínicas. Em alguns casos, a demanda pela teleconsulta aumentou sete vezes em 15 dias, segundo levantamento do Estado com empresas que oferecem a modalidade.Por resistência principalmente de conselhos regionais de medicina, atendimentos online não eram permitidos no Brasil até março. No dia 19, com a escalada da covid-19 e a necessidade de reduzir a ida desnecessária a prontos-socorros, o Conselho Federal de Medicina (CFM) liberou, temporariamente, atendimentos virtuais para triagem e monitoramento de pacientes em isolamento. No dia 20, o ministério editou portaria em que regulamentava a prática.Centros médicos que já ofereciam a modalidade mesmo sem aval do CFM tiveram alta expressiva.No Hospital Albert Einstein, o número de teleconsultas diárias saltou de 80 para 600. “Cerca de 450 delas são por sintomas de covid-19 e as outras 150 são de outras doenças.Estávamos com 100 médicos nesse projeto, mas estamos contratando e devemos chegar a 500”, diz Sidney Klajner, presidente do Einstein.Entre os pacientes que

Hospitais privados acionam STF sobre confisco de produtos e equipamentos

Representantes da rede privada de saúde pediram ao ministro Dias Toffoli atenção especial em relação ao confisco de produtos e equipamentos hospitalares por diferentes órgãos do poder público neste momento de crise sanitária.As entidades se reuniram, por videoconferência, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) na manhã da última quinta-feira (2) para apresentar ao ministro as dificuldades que o setor vem enfrentando neste momento de pandemia do novo coronavírus.Ação judicialAs entidades ajuizaram no último dia 2 uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 6362) questionando normas que permitem requisição de equipamentos hospitalares sem observação de critérios técnicos.A ação argumenta que vários estados e municípios editaram decretos que proclamam regionalmente o estado de calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19

COVID-19: Entidades do setor de Saúde pedem medidas urgentes ao STF contra abusos de autoridade

Requisições administrativas do governo nas esferas federal, estadual e municipal gerarão falta de materiais de proteção para profissionais de saúde e atendimento a pacientesDiante das dificuldades de suprir adequadamente o sistema de saúde na pandemia do Covid-19, a Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp) promoveu uma videoconferência com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli.O objetivo foi solicitar uma intervenção imediata do STF para evitar os abusos de autoridade na requisição de materiais essenciais para a assistência à saúde, para evitar que por falta de equipamentos de proteção individual profissionais sejam contaminados e afastados do trabalho e o atendimento a pacientes seja
Corrida global por insumos faz SUS perder contratos ABIMED

Corrida global por insumos faz SUS perder contratos

A ofensiva de potências econômicas, como os Estados Unidos, no mercado de insumos para saúde tem afetado encomendas já feitas por gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) e até desestimulado novas compras. O governo do Maranhão desistiu, por ora, de buscar produtos na China, principal produtor do setor. O Estado teve um contrato rompido para compra de 107 respiradores e avalia que é mais seguro apostar na produção nacional.“Arriscar comprar agora é correr o risco de não ter o produto ou apenas tê-lo quando tudo isso tiver passado. Não adianta. E ainda corremos o risco de responder judicialmente por tais atos”, disse o secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula.Uma compra do governo da Bahia de 600 respiradores chineses, que seria distribuída a Estados do Nordeste, também foi cancelada. O contrato era de R$ 42 milhões. “Infelizmente estamo
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