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ABIMED no 1o. Summit Einstein Cardiologia do Amanhã ABIMED

ABIMED no 1o. Summit Einstein Cardiologia do Amanhã

O Presidente Executivo da ABIMED, Carlos Alberto Goulart, representou a Indústria, em evento promovido pelo Hospital Albert Einstein: 1o. Summit Einstein Cardiologia do Amanhã: Fomentar ideias para Construir o Futuro.Goulart participou como debatedor da primeira Mesa de debates: Tecnologia em cardiologia: o desafio de financiar e manter atualizados o sistema público e a saúde suplementar. Os outros debatedores foram: Dr. Germann, Dra. Marcia Makdisse e Dr. Pedro Lemos.Pelo Conselho da ABIMED estiveram presentes Simone Agra e Miguel Velandia.Novas tecnologia, protagonismo brasileiro no mundo e sustentabilidade do setor de saúde estão entre os temas abordados no dia 13 de maio durante eventoSOBRE O EVENTONeste mês, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein discutirá os próximos passos da Cardiologia durante o 1º Summit Einstein Cardiologia do Amanhã: Fomentar ideias para o construir o futuro.Voltado para médicos e profissionais com atuação direta na especialidade, a programação c
ABIMED participa da assinatura de cooperação do OEA Integrado entre Anvisa e a Receita Federal ABIMED

ABIMED participa da assinatura de cooperação do OEA Integrado entre Anvisa e a Receita Federal

ABIMED esteve presente na solenidade de assinatura de cooperação do OEA (Operador Econômico Autorizado) Integrado entre Anvisa e a Receita Federal. A Associação foi representada pelo seu presidente executivo, Carlos Goulart.Segundo Goulart, no caso específico da área da Saúde, a decisão da Anvisa em aderir ao OEA cria mais um estímulo a nossas empresas associadas a participarem do programa.Trata-se de um movimento da Organização Mundial Aduaneira, criado para facilitar as transações internacionais de exportação e importação entre países. A iniciativa terá um potencial enorme de agilização nas transações comerciais e consequentemente na redução de custos, conclui Goulart.A Receita Federal Brasileira adotou este programa em 2014 e tem estimulado as empresas brasileiras aderirem a este sistema. Já há quase 200 empresas qualificadas.Sobre Programa Operador Econômico Autorizado (OEA)O OEA é uma certificação concedida pelas Aduanas a importadores, exportadores, agentes consolidadores, portos, aeroportos, terminais, companhias marítimas, e demais atores da cadeia que lhe confere o status de empresa segura, e confiável em suas operações. É um programa de adesão voluntária. O Operador Econômico Autorizado é uma parte envolvida no movimento de cargas internacional que se insere no contexto dos programas de segurança criados por cada país, com base nas recomendações da OMA para a segurança da cadeia logística.A implementação de um programa OEA objetiva maior segurança e competitividade para o país. Para que esses fatores estejam intrínsecos nas práticas de comércio exterio

Pesquisadores da Unicamp desenvolvem método inédito para diagnosticar Alzheimer

Entre os principais aspectos que envolvem o Alzheimer, doença degenerativa que afeta áreas do cérebro e provoca perda de memória, o diagnóstico precoce segue como um dos maiores desafios da área médica. Pensando nisso, pesquisadores da Unicamp desenvolveram um método inédito para identificar os primeiros sinais da patologia.A tecnologia foi desenvolvida pelo Instituto de Computação da universidade, em parceria com o Instituto Nacional de Saúde, dos Estados Unidos. A técnica, que analisa ressonâncias magnéticas baseadas em mais de 20 mil imagens de cérebros (saudáveis e doentes), cria um sistema de inteligência artificial, onde um computador é capaz de apontar quais áreas do cérebro estão em fase inicial de Alzheimer."Nossa ideia é fazer uma ferramenta qu

Da pílula de insulina à tinta antimicrobiana: as inovações tecnológicas que prometem salvar vidas

As chamadas doenças tropicais negligenciadas (DTNs) afetam mais de 1 bilhão de pessoas e custam todos os anos bilhões de dólares às economias de países em desenvolvimento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).As populações que vivem na pobreza, sem saneamento básico adequado e em contato direto com vetores de infecções são as mais afetadas por essas doenças, que predominam em condições tropicais.Para complicar, infecções virais como o sarampo e a tuberculose, que foram praticamente erradicadas há um século, estão novamente em ascensão.E doenças mais comuns passíveis de tratamento - como a gripe, por exemplo - são responsáveis por milhares de mortes que poderiam ser evitadas a cada ano.Felizmente, as novas tecnologias médicas apresentam um grande potencial para controlar infecções, conter surtos e até mesmo fornecer suprimentos para salvar vidas em regiões remotas.Da tinta antimicrobiana a vacinas sem agulha e drones que transportam órgãos para transplante, as inovações tecnológicas estão se tornando rapidamente uma realidade na medicina.No curto prazo, essas novas ferramentas podem aumentar a taxa de sobrevivência de pacientes com uma série de doenças; no longo prazo, podem ajudar a entender a epidemiologia dos agentes patogênicos, essencial para o desenvolvimento de programas globais de controle de doenças.Insulina sem dorCertos medicamentos só podem ser administrados por meio de injeção. A aplicação é dolorosa para os pacientes e trabalhosa para os profissionais de saúde - além disso, a falta de agulhas hipodérmicas esterilizadas em algumas áreas pode levar a infecções.Diante deste contexto, cientistas do Instituto Koch de Pesquisa Integrada sobre o Câncer, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), e do Brigham and Women's Hospital, afiliado à Universidade Harvard, nos EUA, desenvolveram uma espécie de pílula de insulina.Trata-se de uma cápsula capaz de transportar o hormônio pelos obstáculos do sistema digestivo até chegar ao estômago, onde é absorvido pela corrente sanguínea.Funciona da seguinte maneira: uma vez ingerida, a cápsula libera um dardo de insulina, ativado por meio de uma mola, que é aplicado diretamente na parede do estômago.Os pesquisadores publicaram suas descobertas na revista científica Science, explicando que se "i

Imprimir um coração no espaço é importante?

Pensar em uma fábrica espacial com aparelhos biotecnológicos fabricando dezenas ou centenas de corações humanos na órbita terrestre parece um devaneio extraído do próximo blockbuster de Hollywood. Por mais improvável que pareça, entretanto, esse vislumbre futurista pode estar mais perto de se tornar realidade.Uma empresa sediada na pequena cidade de Greenville, Indiana, nos Estados Unidos, está prestes a lançar para a Estação Espacial Internacional (ISS) seu primeiro protótipo de uma impressora 3D cujo objetivo é justamente testar e aprimorar as tecnologias necessárias para manufaturar tecidos
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