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Médicos recorrem à tecnologia para aliviar a dor de pacientes ABIMED

Médicos recorrem à tecnologia para aliviar a dor de pacientes

Sentir dor não é normal. E para alcançar o alívio, ou até mesmo cessar esses incômodos, pacientes recorrem a tratamentos especiais. Em clínicas particulares e pelo SUS já é possível aliar medicamentos à equipamentos e recursos de alta tecnologia. O Cool-Pulse, por exemplo, massageia os músculos, relaxando-os, melhorando também o fluxo sanguíneo. Injeções de toxina botulínica (botox) e lidocaína também prometem um bom resultado, pois bloqueiam os estímulos nervosos gerando um efeito anestésico e duradouro no paciente.Na cidade do Rio, a Clínica da Dor do Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, conta com 18 especialistas e atende 400 pessoas por mês no combate à dor. A entrada para esse serviço
ABIMED e 8 empresas associadas recebem o prêmio “100 Mais Influentes da Saúde” ABIMED

ABIMED e 8 empresas associadas recebem o prêmio “100 Mais Influentes da Saúde”

ABIMED e 8 empresas associadas recebem o prêmio “100 Mais Influentes da Saúde”O presidente do Conselho de Administração da ABIMED, Renato Carvalho, CEO da Philips do Brasil, foi homenageado na categoria “Indústria” e Carlos Goulart, presidente executivo da Associação, na modalidade “Entidades Setoriais”Mais quatro integrantes do Conselho de Administração também receberam a premiação. Adriano Caldas, CEO da Johnson & Johnson
Consultas Públicas têm prazo de contribuição ampliado ABIMED

Consultas Públicas têm prazo de contribuição ampliado

Consultas Públicas têm prazo de contribuição ampliadoInteressados em contribuir com as Consultas Públicas 584, 585 e 586 têm mais 60 dias para apresentar críticas e sugestõesA Anvisa prorrogou por 60 dias, a contar de 11 de março de 2019, o prazo para recebimento de contribuições para as Consultas Públicas 584, 585 e 586, todas de dezembro do ano passado. As propostas de norma tratam, respectivamente, do enquadramento de dispositivo médico como de uso único ou reutilizável, d
Aplicativo desenvolvido em Ribeirão Preto para crianças com Down analisa e corrige a fala ABIMED

Aplicativo desenvolvido em Ribeirão Preto para crianças com Down analisa e corrige a fala

Um aplicativo desenvolvido na USP de Ribeirão Preto (SP) usa inteligência artificial para interpretar e avaliar a qualidade da fala de crianças com síndrome de Down. Através do som, ele auxilia no aprendizado da pronúncia correta das palavras e estimula o desenvolvimento.Denominado de SofiaFala - por inspiração em uma criança conhecida do grupo que tem a doença -, o sistema está em fase de testes, mas deve estar disponível para download gratuito até julho deste ano, segundo Alessandra Alaniz Macedo, uma das coordenadoras do projeto."A gente pretendia que a criança, em casa, pudesse ter a prática do exercício fonoaudiólogo como se tivesse uma fonoaudióloga ali do lado", afirma a pesquisadora.A iniciativa surgiu de uma ideia da cientista da computação Marinalva Soares, de São José do Rio Preto (SP), insatisfeita com a falta de recursos para auxiliar a filha Sofia, que nasceu com síndrome de Down e que aos 3 anos ainda manifestava dificuldades na fala.De acordo com dados estimados pela USP, um em cada 700 bebês no mundo nascem com Down, alteração genética no cr

As UTIs estão na UTI

Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é uma estrutura hospitalar caracterizada pela capacidade de atender pacientes em estado grave ou potencialmente grave. Para cumprir sua missão, deve ser dotada de recursos humanos e técnicos de excelência para minimizar o sofrimento das pessoas, aliviar e proporcionar conforto, e sobretudo promover a cura. Com o aumento da expectativa de vida da população e a predominância de doenças crônicas como as principais causas de mortalidade, a necessidade de leitos de UTI hoje é crescente no Brasil, à semelhança da maioria dos países desenvolvidos. A questão é que o cenário da terapia intensiva está muitíssimo aquém das necessidades da população — tanto em números quanto em qualidade.Estudo recente do Conselho Federal de Medicina demonstrou que menos de 10% dos municípios brasileiros oferecem esse tipo de leito pelo Sistema Único de Saúde (SUS): apenas 532 de 5.570 municípios. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, o Brasil tem quase 45.000 leitos de UTI. Desses, 49% estão disponíveis para o SUS e 51%, para instituições privadas ou de saúde suplementar. Também chama atenção a distribuição irregular dos leitos: a Região Sudeste concentra 53,4% do total. A Região Norte tem apenas 5%. A falta de leitos e a baixa qualidade do atendimento em terapia intensiva são constatadas nos dois sistemas de saúde, mas o cenário dramático é mais visível no SUS, pois os hospitais privados têm maior disponibilidade de recursos humanos e tecnológicos, além de melhores instalações físicas.O dia a dia de um intensivista no Brasil, em especial de um hospital público, infelizmente, é feito de desafios inimagináveis: devemos escolher a quem ceder o leito (o paciente em estado mais grave entre milhares de outros em estado grave); determinar quem é o pacient
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