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Ética e competitividade entre empresas

A competitividade é um elemento fundamental para a sobrevivência das empresas no mundo corporativo. Hoje, esse aspecto está fortemente vinculado às práticas éticas, que partem do pressuposto de não prejudicar o concorrente, respeitando os valores estabelecidos em sociedade e que permeiam as organizações. Ser competitivo hoje não é mais uma questão de "vencer" seu concorrente na disputa por clientes ou por espaço de mercado, mas sim atuar de acordo com regras tácitas e explícitas do que é certo e errado. A credibilidade e a imagem da empresa são fortalecidas quando existe ética em sua atuação. Um negócio que tem padrões éticos bem estabelecidos – e que são seguidos – inspira também seus funcionários nas mesmas práticas, gerando engajamento e desenvolvimento.A ética impede a destruição mútua entre as corporações e quando ela é integrada ao ambiente de negócios de mo

Telemedicina aplicada a procedimentos clínicos

A pandemia de Covid-19, a partir de março de 2020, resultou na ocupação da maior parte do potencial de atendimento do sistema de saúde – público e privado – aos infectados pelo coronavírus. Isso fez com que o atendimento a outras enfermidades tivesse queda. A necessidade de solucionar essa equação acelerou a telemedicina, que, até então, vinha sendo aplicada de maneira restrita.Tecnologias semelhantes às usadas para o trabalho remoto passaram a ser empregadas também no atendimento em saúde. De forma não presencial, médico e paciente trocam informações para buscar um diagnóstico e definir possibilidades de tratamento. No entanto, quando a pandemia começou ainda não havia precedentes a orientar sobre procedimentos para um atendimento eficiente.Uma das iniciativas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi incluir a telemedicina no Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar (TISS). Na esfera pública, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o programa Telessaúde Brasil Redes, pa

Inteligência Artificial na medicina: recursos em potencial e critérios éticos

Tecnologias de Inteligência Artificial (IA) representam grande potencial para a atenção à saúde. Softwares de prontuário mais eficientes, identificação inteligente de sintomas, uso de banco de dados detalhados e cirurgias executadas com a ajuda de robôs e assistentes virtuais estão entre as ferramentas de aplicação. A IA compreende-se tecnologias capazes de aprender conceitos a partir de dados inseridos naquele determinado sistema, que passa a assimilar, agregar, processar e interpretar de maneira coerente e coesa. Assistentes virtuais de grandes empresas são exemplos de aplicações de IA, e diversos segmentos da economia já desenvolvem ferramentas inteligentes para facilitar o dia a dia de funcionários e otimizar processos. Na área da saúde não é diferente. Entre as aplicações de IA estão elementos como prontuários inteligentes, softwares para busca de sintomas e robôs e assistentes virtuais que, conectados à ba

ABIMED participa da Hospitalar 2022

Patrocinadora institucional do evento, a Associação ocupará dois espaços no pavilhão de exposições, com uma ampla programação de palestras sobre os temas mais relevantes da Saúde. A 27ª edição da Feira Hospitalar, o mais importante evento de saúde e principal plataforma de geração de negócios e networking do setor na América Latina, acontecerá de 17 a 20 de maio de 2022, no São Paulo Expo. Participando do evento desde sua 3ª edição, a ABIMED está finalizando os detalhes de sua programação, que neste ano se dará em dois espaços. No estande de 100 metros quadrados, no Pavilhão 2, a entidade contará com duas salas de reuniões, reservadas para encontros e relacionamento com associados, parceiros de negócios e demais visitantes interessados em conhecer um pouco mais sobre as atividades da Associação.Na Arena - Diálogos ABIMED, no Pavilhão 7/8, acontecerão diversas atrações programadas para todos os dias da exposição. Diariamente, serão apresentadas três palestras, c

Medicina baseada em valor

Diferentemente da gestão tradicional da saúde, a medicina baseada em valor segue pelo caminho da prevenção e da promoção da saúde por meio, por exemplo, de uma boa relação entre médicos e pacientes, que é avaliada e mensurada com base no desfecho clínico. Este modelo vai em sentido contrário à chamada “medicina baseada em serviços”, focada muito mais em tratar a doença. Com a evolução da tecnologia e da forma de pensar a relação entre os prestadores de serviços e os clientes, novos conceitos foram surgindo. A saúde baseada em valor, tem como foco o desfecho clínico e a experiência vivenciada e percebida pelo paciente – assim, medir o bem-estar dos beneficiários de um convênio médico, por exemplo, passa a ser mais importante do que o cálculo do quanto foi gasto para se chegar à solução desse problema e remunerar pelo volume dos serviços prestados. Esta nova forma de atendimento implica rever o modelo de remuneração que envolvem, além do plano de saúde (convênios privados), hospitais e gestores públicos. Essa mudança do modelo de remuneração
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