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Pequeno dispositivo portátil pode servir como alternativa às biópsias

Uma equipe de cientistas dos Estados Unidos desenvolveu um dispositivo portátil capaz de “capturar” células cacerígenas diretamente da corrente sanguínea, sem a necessidade de recorrer à biópsia, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira pela revista científica “Nature”.A pesquisa, desenvolvida na Universidade de Michigan, testou em modelos animais a eficácia deste protótipo, que poderia ajudar em melhores diagnóstico e tratamento, destacaram os especialistas.“Ninguém quer se submeter a uma biópsia. Se pudermos obter células cancerígenas suficientes do sangue, podemos usá-las para conhecer a biologia do tumor e determinar o tipo de cuidado”, explicou em comunicado Daniel F. Hayes, especialista em câncer

Healthcare: o desafio é alinhara cadeia de valor

Ninguém discorda que o setor de saúde é uma das indústrias mais importantes do mundo. O impacto econômico anual dos segmentos hospitalar, farmacêutico e de equipamentos médicos totaliza vários trilhões de dólares, representando mais de 10% do produto interno bruto global. E um dos setores que mais costumam gerar empregos e um dos mais inovadores - 7 das 25 empresas mais inovadoras de 2018 da Fast Company têm projetos na área da saúde.No entanto, estudos do Commonwealth Fund identificam sérias deficiências em equidade de tratamento,eficiência e resultados de saúde em todo o mundo. Indivíduos e organizações do setor precisam lutar demais para atingir o “triplo objetivo” que buscam: diminuir o custo per capita, melhorar a saúde de uma população e melhorar a experiência dos pacientes.Segundo Will Mitchell, professor da Rotman School of Management, ligada à University of Toronto, “apesar dos nossos [cada vez mais vastos] conhecimentos de saúde, estamos longe de alcançar seus benefícios potenciais e o problema não é a falta de dinheiro, compromisso ou habilidade individual. Todos os países desenvolvidos investem recursos substanciais na área da saúde. A questão- -chave - tanto nos mercados desenvolvidos tradicionais quanto nos emergentes - é que os sistemas de saúde são altamente fragmentados”.Quais seriam os fragmentos? São os principais atores do setor de saúde, que, juntos, formam os principais elementos da cadeia de atividades que geram valor para os pacientes:• a ciência, que tanto no ambiente acadêmico quanto na prática clínica cria novos produtos e procedimentos;• os fornecedores industriais que trazem os produtos e os procedimentos para o mercado;• os órgãos públicos que fornecem supervisão re- gulatória sobre segurança e eficácia;• os prestadores de serviços de saúde, incluindo clínicos e administrativos, que gerenciam ou que recomendam produtos e procedimentos;• as fontes pagadoras, sejam elas o setor público, as empresas privadas ou os indivíduos.Existem dois grandes problemas nessa cadeia. Em primeiro lugar, as necessidades dos pacientes são levadas em conta a posteriori. Embora todos os players do lado da oferta se refiram universalmente aos pacientes como o prin

Balança deve encolher com foco maior em produtividade

O Ministério da Economia espera um superávit de US$ 50,1 bilhões para a balança comercial deste ano. O resultado representa uma retração de 13% em relação ao resultado de 2018. A expectativa é de importações crescendo 8% no ano (para US$ 195,8 bilhões) e exportações subindo 2,5% (para US$ 245,9 bilhões). Para a corrente de comércio, a projeção é de aumento de 4,9% em relação a 2018.Além da abertura comercial do país, o Ministério da Economia pretende colocar em prática uma série de medidas voltadas ao comércio exterior decorrentes de mudanças de visão trazidas pelos novos integrantes. A pasta pretende dar menos atenção à "obsessão" pelas exportações no saldo da balança e mais à corrente de comércio - que soma embarques e importações. No relacionamento com outros países, planeja buscar acordos com nações desenvolvidas, baixar tarifas de importação do Mercosul e revisar as chamadas barreiras não tarifárias.A maior importância à corrente de comércio representa uma espécie de mudança em relação ao tratamento dado pela pasta anteriormente, quando se comemoravam fortes superávits. O secretário de Comé

Balança deve encolher com foco maior em produtividade

O Ministério da Economia espera um superávit de US$ 50,1 bilhões para a balança comercial deste ano. O resultado representa uma retração de 13% em relação ao resultado de 2018. A expectativa é de importações crescendo 8% no ano (para US$ 195,8 bilhões) e exportações subindo 2,5% (para US$ 245,9 bilhões). Para a corrente de comércio, a projeção é de aumento de 4,9% em relação a 2018.Além da abertura comercial do país, o Ministério da Economia pretende colocar em prática uma série de medidas voltadas ao comércio exterior decorrentes de mudanças de visão trazidas pelos novos integrantes. A pasta pretende dar menos atenção à "obsessão" pelas exportações no saldo da balança e mais à corrente de comércio - que soma embarques e importações. No relacionamento com outros países, planeja buscar acordos com nações desenvolvidas, baixar tarifas de importação do Mercosul e revisar as chamadas barreiras não tarifárias.A maior importância à corrente de comércio representa uma espécie de mudança em relação ao tratamento dado pela pasta anteriormente, quando se comemoravam fortes superávits. O secretário de Comé

Entenda os desafios que a telemedicina precisa superar para virar realidade

Se alguns anos atrás fazer uma ligação interurbano ou internacional custava uma fortuna, hoje graças à tecnologia você conversa com qualquer pessoa do outro lado do mundo por chamada de vídeo em ótima qualidade e, dependendo da situação, quase de graça. A tecnologia definitivamente estreitou distâncias. A telemedicina vem fazendo o mesmo. A consulta remota é uma forma moderna e tecnológica de resolver as barreiras logísticas do atendimento médico de qualidade e especializado.Em alguns países a telemedicina já é extremamente difundida e faz parte do dia a dia da maioria das pessoas. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de três milhões de americanos já foram operados com o uso da telemedicina. No Brasil, como qualquer outro assunto que envolve tecnologia, infraestrutura e regulamentação, o passo é um pouco mais lento. Por aqui, enquanto algumas regiões mais ricas e desenvolvidas têm toda capacidade de aproveitar o máximo da telemedicina, outros lugares mais distantes e
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