Notícias

Pesquisadores desenvolvem tecido que pode matar o coronavírus usando campo elétrico ABIMED

Pesquisadores desenvolvem tecido que pode matar o coronavírus usando campo elétrico

Um tecido para máscaras capaz de matar o novo coronavírus usando um campo elétrico. Essa foi a descoberta feita por cientistas da Universidade de Indiana. Em artigo publicado este mês, os pesquisadores afirmam que o tecido desenvolvido gera um campo elétrico fraco com baterias de microcélulas e é capaz de bloquear a proliferação do vírus.A pesquisa faz parte de um campo ainda crescente de dispositivos médicos, conhecidos como "eletrocêuticos" ? uma fusão das palavras "eletrostático" e "farmacêutico". Os eletrocêuticos usam campos elétricos fracos e não prejudiciais aos seres humanos para tratar uma variedade de doenças. Os marcapassos, usados ??no tratamento de arritmias, são

A liderança feminina na saúde brasileira.

Igualdade de gênero e diversidade no corpo de trabalho têm sido temas cada vez mais discutidos dentro e fora das companhias. É fato que os tempos já mudaram, e esta mudança fica clara ao compreender que, atualmente, o público feminino representa apenas 40% da população economicamente ativa, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).Mas muito embora tenham conquistado uma participação mais clara e expressiva no mercado de consumo, e até no de trabalho, um estudo recente do Insper com a Talenses revelou que, no Brasil, apenas 13% das empresas têm CEOs mulheres. O cenário se replica em diversos setores; inclusive na Saúde.Ainda que representem 65% dos mais de seis milhões de profissionais da Saúde pública e privada, no âmbito de tomada de decisões o número de mulheres em cargos de gestão e liderança ainda é baixo.Motivar para conquistarDiretora-executiva da Abramed – Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, Priscilla Franklim MartinsPara a diretora-executiva da Abramed – Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, Priscilla Franklim Martins, os papéis sociais que as mulheres exerceram no decorrer da história podem ser parte do motivo enquanto “frutos de uma herança organizacional patriarcal.”“A representatividade das mulheres é baixíssima, e não acredito que isso seja reflexo do baixo interesse das mulheres em cargos de liderança. A responsabilidade da criação e educação dos filhos, por exemplo, ainda é muito centrada na mulher, o que muitas vezes a prejudica profissionalmente.”Simone Agra, vice-presidente do Conselho de Administração da ABIMED, compartilha da linha de raciocínio, e afirma que muitas meninas não são devidamente motivadas a estudar para, assim, viabilizar que seus pais e irmãos trabalhem estudem.Dupla jornadaDe acordo com Simone, a falta de motivação acarreta na dificuldade em concorrer de igual para igual no futuro, por uma vaga ou promoção. “Com a responsabilidade de cuidado familiar, elas têm dificuldade para conciliar o estudo e, ao entrarem no mercado de trabalho, encontram-se desqualificadas para conquistar empregos melhores ou para assumir maiores desafios.”Paulete Nicolino de Freitas Ventura, diretora do CAIS – Centro de Atenção Integral à Saúde do Grupo São Cristóvão SaúdePaulete Nicolino de Freitas Ventura é um dos grandes exemplos quando falamos sobre a constante tentativa de conciliar a vida pessoal e profissional. A diretora do CAIS – Centro de Ate

Boas práticas do home office: como garantir melhores condições de trabalho em casa

Boas práticas do home office: como garantir melhores condições de trabalho em casaEspecialistas dão dicas para manter bons hábitos trabalhando em casa, por parte da empresa e do funcionárioPor Pablo Santana16 maio 2020 08h30 - Atualizado 4 dias atrásSÃO PAULO – A necessidade de distanciamento imposta pelas medidas adotadas para conter o avanço da Covid-19 promove uma grande reestruturação no modelo de trabalho das empresas brasileiras, que se viram obrigadas a adotarem o home office para continuar funcionando em meio à crise.Uma pesquisa feita pela Cushman&Wakefield com empresas brasileiras revelou que 40,2% das empresas não trabalhavam com a modalidade antes da crise e vão adotá-la de forma permanente após o fim das restrições sociais.No mês de maio, as vagas de emprego em home office na Trampos, plataforma de empregos voltada para área de tecnologia e inovação, cresceu 26%. Desde o início da pandemia, o site tem registrado aumento gradual nas ofertas para esse tipo de contratação.“Muitas empresas antes da pandemia não tinham em sua política o trabalho home office. Algumas por um certo “preconceito”, por não ter o total controle do que seu funcionário está fazendo em casa, outras porque acreditavam que naquela função ou setor não era possível trabalhar remotamente. Acredito que torne sim uma tendência após as empresas entenderem, mesmo que na “marra”, que esse formato de trabalho é possível e até agregador para a organização”, afirma Tiago Yonamine, especialista em recrutamento e CEO do trampos.coO contexto atual intensifica o processo de transformação digital nas organizações, que serão forçadas a se movimentar para manter a competitividade e a relevância, segundo o relatório Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade Redefinida e os Novos Negócios.Realizado por André Miceli, diretor executivo da Infobase e coordenador do MBA em marketing, inteligência e negócios digitais da Fundação Getulio Vargas (FGV), o estudo criado com base nas respostas de tomadores de decisão e gestores de 100 empresas, pontua que novos métodos precisam ser estabelecidos, com foco na entrega de valor constante e na agilidade das atividades por meio de novos tecnologias.Empresas que têm um cenário de operação muito manual e sem processos digitalizados, sofrerão muito em uma realidade de home office. O processo de análise, reorganização

Estudo inédito detecta anticorpos em 5%

De 520 amostras de sangue coletadas em 6 distritos de SP, 27 apresentaram defesa contra o vírus; pesquisa indica subnotificação de 91,6%Pesquisa inédita nos seis distritos com maior incidência de covid-19 na cidade de São Paulo mostra que até o início desta semana 5,19% dos moradores dessas localidades desenvolveram anticorpos ao vírus. O levantamento aponta também que 91,6% dos casos de infecção estão fora das estatísticas oficiais.O estudo, comandado por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Paulo (Uni- fesp) com apoio do Instituto Semeia e participação de profissionais do Laboratório Fleury e Ibope Inteligência, fez exames sorológicos em 520 pessoas com mais de 18 anos nesses seis distritos. E 27 apresentaram anticorpos. Estudos com testes so- rológicos são importantes porque ajudam a avaliar se uma determinada população está próxima ou distante da chamada “imunidade de rebanho” - momento em que o vírus passa a ter poucas rotas de contágio, pois a maioria das pessoas apresenta anticorpos por já ter sido contaminada. Com isso, autoridades planej am com mais precisão estratégias de flexibilização das medidas restritivas.Na quarta, o governo do Rio Grande do Sul divulgou os resultados de estudo segundo o qual apenas 0,2% dos gaúchos já foram contaminados com o novo coronavírus. O levantamento, coordenado pela Universidade Federal de Pelotas, também estimou alta subnotificação: have- ria nove

ABIMED estabelece canal de comunicação com o Itamaraty para favorecer trânsito internacional de técnicos e engenheiros das associadas

De acordo com circular da Associação n.º 149/2020, enviada na semana passada, a ABIMED estabeleceu canal de comunicação direto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) para que sejam lev
Página 3 de 304)

Desenvolvido por MakeIT Informática