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Anvisa regulamentará testes rápidos nas farmácias

Ainda neste ano, a Anvisa deverá abrir uma consulta pública para regulamentar os testes laboratoriais remotos (TLRs) nas farmácias brasileiras. Essa é a aposta dos profissionais do mercado farmacêutico que participaram na última quinta-feira, dia 1º de agosto, de um Diálogo Setorial promovido pela agência em Brasília, no intuito de coletar críticas e sugestões sobre a aplicação desses exames.As contribuições recebidas durante o encontro nortearão as próximas etapas de atualização do marco regulatório, que contempla a reformulaç
ABIMED contrata gerente de relações  governamentais e institucionais em Brasília ABIMED

ABIMED contrata gerente de relações governamentais e institucionais em Brasília

A ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde) acaba de incorporar à sua equipe Felipe Dias Carvalho para ocupar a posição de Gerente de Relações Institucionais e Governamentais. A contratação faz parte da estratégia da entidade de fortalecer o relacionamento com representantes do Executivo e Legislativo e com instituições que operam com esse foco.

Carvalho, que atuará a partir de Brasília, é farmacêutico com MBA em Administração de Organizações e possui larga experiência em saúde pública, gestão em saúde e no relacionamento com instituições privadas, órgãos públicos e organismos internacionais.

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Evento discute regulação de teste laboratorial portátil

O uso de testes laboratoriais portáteis em serviços de saúde, utilizados para diagnosticar ou monitorar doenças, foi o tema central da edição do Diálogo Setorial da quinta-feira (dia 01 de agosto). O principal objetivo do evento, realizado no auditório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em Brasília (DF), foi obter informações, críticas e sugestões sobre a revisão regulatória relativa à utilização desses testes, identificados pela sigla TLPs — do inglês point-of-care testing (POCT), em serviços farmacêuticos e laboratórios c

Teste portátil para a quimioterapia

Uma das principais dificuldades enfrentadas no tratamento de câncer é saber se os remédios quimioterápicos estão fazendo efeito, matando as células tumorais e preservando as saudáveis. Pesquisadores da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, trabalham no desenvolvimento de um dispositivo que poderá ajudar médicos e pacientes nesse sentido. Baseada em inteligência artificial, a solução tecnológica foi apresentada recentemente na revista Microsystems & Nanoengineering.O dispositivo portátil é capaz de fornecer resultados imediatos e ajudar em análises moleculares adicionais. Para os criadores, ele permitirá intervenções personalizadas, além de melhora no gerenciamento e na detecção de cânceres. “Nós vislumbramos usá-lo como uma ferramenta de diagnóstico de pronto atendimento para avaliar a resposta do paciente”, explica Mehdi Javanmard, um dos autores do estudo e professor-assistente no Departamento de Engenharia Elétrica e Computação na universidade norte-americana.A equipe criou o dispositivo para auxiliar o colega Joseph Bertino, pesquisador residente do Instituto de Câncer e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Rutgers. Bertino dedica-se a uma terapia para maximizar a eficácia da quimioterapia e minimizar danos colaterais.“Ele me perguntou se poderíamos desenvolver uma tecnologia que pudesse avaliar rapidamente se os pacientes responderiam positivamente a essa terapia”, conta Mehdi Javanmard. “Nossa tecnologia combina inteligência artificial e sofisticados biossensores que lidam com pequenas quantidades de fluidos para ver se as células cancerosas são sensíveis ou re
ABIMED E FIESP PROMOVEM SEMINÁRIO OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO ABIMED

ABIMED E FIESP PROMOVEM SEMINÁRIO OPERADOR ECONÔMICO AUTORIZADO

Aconteceu ontem, no auditório da FIESP, em São Paulo, o Seminário Operador Econômico Autorizado (OEA), com as presenças de representantes da Receita Federal do Brasil e da Anvisa. Uma iniciativa da ABIMED que conta com apoio da FIESP/ComSaúde e ABIMO.Elaine Cristina da Costa, analista tributária da Receita Federal do Brasil, deu início ao Seminário contando um pouco sobre o histórico do OEA e as medidas da Receita Federal para aprimorar o processo da certificação, tornando-o mais abrangente incluindo empresas menores. Segundo Elaine, um dos objetivos da certificação, não é multar as empresas e sim verificar se seus processos são robustos.Elaine afirma que a implementação do OEA pelas empresas deve ser iniciada na alta administração. “Trata-se de uma questão cultural, que exige das empresas um trabalho contínuo e consistente para mudar a organização. O investimento realizado nos processos tem retorno financeiro enorme para empresas, que terão reduções significativas no período de armazenamento”. Para conseguir a certificação, é necessário apresentar evidências e ter p
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