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Integração de dados é desafio para aplicação de novas tecnologias na saúde

A integração de dados de saúde dos brasileiros é uma das principais barreiras para a aplicação de novas tecnologias médicas em todo o país, seja no serviço público seja no privado. O tema foi abordado em dois debates no EXAME Fórum Saúde, que acontece na manhã desta quarta-feira (12) no Complexo Aché Cultural, em São Paulo.Segundo os especialistas, a reunião de um histórico médico dos pacientes tem o potencial para fazer uma revolução no desenvolvimento da medicina nacional. Essa ambição, no entanto, esbarra em diversos desafios para ser implementada.“O Brasil tem um potencial gigantesco para ensinar ao mundo sobre diversidade, tanto genética quanto econômica e social. Precisamos aproveitar o máximo que conseguirmos essa oportunidade, porque quanto mais dados tivermos mais poderemos investir em inteligência artificial para aprimorar a medicina no país”,

Tecnologia médica deve apresentar crescimento de 5% a 7% em 2019

O impacto da transformação digital no setor da saúde tem demonstrado avanços importantes. Beneficiando o trabalho dos profissionais e, consequentemente, da população, a tecnologia médica segue mantendo crescimento, mesmo com a economia brasileira passando por dificuldades. De acordo com informações do jornal O Globo, o consumo da área registrou aumento de 13,5% em 2018. Para 2019, a previsão é de crescimento entre 5% a 7%, segundo a Abimed, Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde.Para os especialistas, a evolução tecnológica deverá ser responsável por transformações na relação entre toda a cadeira de saúde, incluindo pacientes, profissionais, hospitais, distribuidoras e indústria. A facilitação do fluxo deve facilitar a trajetória dos pacientes, principalmente quando se fala em captação de dados e troca de informações de forma ágil e mais efetiva.Nelson Garcia, diretor de soluções clínicas da GE Healthcare, explica que o processo de digitalização exige que os profissionais da saúde sejam treinados e se adaptem aos novos modelos de

Pronto para o paciente 4.0

SETOR DE TECNOLOGIA MÉDICA teve crescimento exponencial nos últimos anos, passando a e exigir mais treinamentos dos profissionais de saúdeSistemas que anteveem em 24 horas se um paciente terá uma piora clínica. Ou que monitoram dados e enviam alertas, por aplicativo, sobre a condição de cada paciente ao médico. Outros que, com uso da base histórica de Big Data, em 15 a 20 minutos, tornam possível saber se o paciente do pronto-socorro vai ou não ficar internado.Estes são apenas alguns exemplos de como a transformação digital vem impactando a vida dos profissionais de saúde e, consequentemente, da população. Enquanto a economia nacional patina, o setor de tecnologia médica mantém um crescimento sustentável. O consumo registrou aumento de 13,5% em 2018. Para 2019, a Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed) projeta crescimento de 5% a 7%.—A evolução tecnológica deverá produzir grandes mudanças na interação entre os elos da cadeia de saúde (indústria, distribuidores, hospitais, pagadores, profissionais de saúde e pacientes) —considera Carlos Alberto Goulart, presidente-executivo da Abimed. Para Nelson Garcia, diretor de soluções clínicas da GE Healthcare, o setor de saúde talvez seja a última milha da internet 4.0 e vai mudar completamente a jornada do paciente, na medida em que este consegue informações mais rapidamente.—E o médico precisa estar treinado para esse novo fluxo, onde a informação deixou de ser rara e cara para ser disponível e barata.DECISÕES MAIS RÁPIDASNo setor de cuidados intensivos, por exemplo, por meio de inteligência artificial e de soluções inteligentes, o médico conseg
Dasa lança ‘Painel Cardiológico’ que representa um avanço em relação ao tradicional exame de colesterol ABIMED

Dasa lança ‘Painel Cardiológico’ que representa um avanço em relação ao tradicional exame de colesterol

A Dasa, líder brasileira em medicina diagnóstica e maior empresa da América Latina, traz para o Brasil um novo Painel Cardiológico que vai atua na classificação do risco cardíaco. Composto por três exames (Cardio ID, Colesterol Subpartículas e LDL Subpartículas), a inovação é fruto da parceria com a Quest, maior empresa do setor no mundo, e da participação na GDN (Global Diagnostic Network). O Painel Cardiológico é realizado por meio da aplicação da inovadora metodologia de espectrometria de massas por mobilidade iônica (ion mobility), que imprime novas formas de analisar o fracionamento de subclasses lipídicas.“Trata-se de uma visão mais ampla na ava
Criar condições para que vivam a saúde e não a doença  é o que propicia uma boa experiência a pacientes e  ABIMED

Criar condições para que vivam a saúde e não a doença é o que propicia uma boa experiência a pacientes e

Essa é uma das principais conclusões do painel promovido pela ABIMEDCriar um ambiente no qual as pessoas sejam escutadas, tenham suas dúvidas solucionadas e contem com a tecnologia como um cuidador que as ajude a integrar tratamentos em sua rotina e possam viver a sua saúde e não a sua doença estão entre os requisitos mais importantes para propiciar uma boa experiência a pacientes e usuários do sistema de saúde. Esse foi um dos principais pontos de convergência entre os debatedores do painel “A tecnologia no engajamento e experiência do paciente‘’, promovido ontem pela ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde), na Feira Hospitalar.O evento contou com a participação de Lívia Cunha, CEO e fundadora da startup Cuco Health; Scott Whitaker, CEO da AdvaMed, associação americana da indústria de alta tecnologia de dispositivos médicos; Sidney Klajner, presidente da Sociedade Israelita Brasileira Albert Einstein e Waldemir Cambiucci, Diretor do Centro de Tecnologia da Microsoft no Brasil. A m
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