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Balança deve encolher com foco maior em produtividade

O Ministério da Economia espera um superávit de US$ 50,1 bilhões para a balança comercial deste ano. O resultado representa uma retração de 13% em relação ao resultado de 2018. A expectativa é de importações crescendo 8% no ano (para US$ 195,8 bilhões) e exportações subindo 2,5% (para US$ 245,9 bilhões). Para a corrente de comércio, a projeção é de aumento de 4,9% em relação a 2018.Além da abertura comercial do país, o Ministério da Economia pretende colocar em prática uma série de medidas voltadas ao comércio exterior decorrentes de mudanças de visão trazidas pelos novos integrantes. A pasta pretende dar menos atenção à "obsessão" pelas exportações no saldo da balança e mais à corrente de comércio - que soma embarques e importações. No relacionamento com outros países, planeja buscar acordos com nações desenvolvidas, baixar tarifas de importação do Mercosul e revisar as chamadas barreiras não tarifárias.A maior importância à corrente de comércio representa uma espécie de mudança em relação ao tratamento dado pela pasta anteriormente, quando se comemoravam fortes superávits. O secretário de Comé

Balança deve encolher com foco maior em produtividade

O Ministério da Economia espera um superávit de US$ 50,1 bilhões para a balança comercial deste ano. O resultado representa uma retração de 13% em relação ao resultado de 2018. A expectativa é de importações crescendo 8% no ano (para US$ 195,8 bilhões) e exportações subindo 2,5% (para US$ 245,9 bilhões). Para a corrente de comércio, a projeção é de aumento de 4,9% em relação a 2018.Além da abertura comercial do país, o Ministério da Economia pretende colocar em prática uma série de medidas voltadas ao comércio exterior decorrentes de mudanças de visão trazidas pelos novos integrantes. A pasta pretende dar menos atenção à "obsessão" pelas exportações no saldo da balança e mais à corrente de comércio - que soma embarques e importações. No relacionamento com outros países, planeja buscar acordos com nações desenvolvidas, baixar tarifas de importação do Mercosul e revisar as chamadas barreiras não tarifárias.A maior importância à corrente de comércio representa uma espécie de mudança em relação ao tratamento dado pela pasta anteriormente, quando se comemoravam fortes superávits. O secretário de Comé

Entenda os desafios que a telemedicina precisa superar para virar realidade

Se alguns anos atrás fazer uma ligação interurbano ou internacional custava uma fortuna, hoje graças à tecnologia você conversa com qualquer pessoa do outro lado do mundo por chamada de vídeo em ótima qualidade e, dependendo da situação, quase de graça. A tecnologia definitivamente estreitou distâncias. A telemedicina vem fazendo o mesmo. A consulta remota é uma forma moderna e tecnológica de resolver as barreiras logísticas do atendimento médico de qualidade e especializado.Em alguns países a telemedicina já é extremamente difundida e faz parte do dia a dia da maioria das pessoas. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de três milhões de americanos já foram operados com o uso da telemedicina. No Brasil, como qualquer outro assunto que envolve tecnologia, infraestrutura e regulamentação, o passo é um pouco mais lento. Por aqui, enquanto algumas regiões mais ricas e desenvolvidas têm toda capacidade de aproveitar o máximo da telemedicina, outros lugares mais distantes e
Médicos recorrem à tecnologia para aliviar a dor de pacientes ABIMED

Médicos recorrem à tecnologia para aliviar a dor de pacientes

Sentir dor não é normal. E para alcançar o alívio, ou até mesmo cessar esses incômodos, pacientes recorrem a tratamentos especiais. Em clínicas particulares e pelo SUS já é possível aliar medicamentos à equipamentos e recursos de alta tecnologia. O Cool-Pulse, por exemplo, massageia os músculos, relaxando-os, melhorando também o fluxo sanguíneo. Injeções de toxina botulínica (botox) e lidocaína também prometem um bom resultado, pois bloqueiam os estímulos nervosos gerando um efeito anestésico e duradouro no paciente.Na cidade do Rio, a Clínica da Dor do Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, conta com 18 especialistas e atende 400 pessoas por mês no combate à dor. A entrada para esse serviço
ABIMED e 8 empresas associadas recebem o prêmio “100 Mais Influentes da Saúde” ABIMED

ABIMED e 8 empresas associadas recebem o prêmio “100 Mais Influentes da Saúde”

ABIMED e 8 empresas associadas recebem o prêmio “100 Mais Influentes da Saúde”O presidente do Conselho de Administração da ABIMED, Renato Carvalho, CEO da Philips do Brasil, foi homenageado na categoria “Indústria” e Carlos Goulart, presidente executivo da Associação, na modalidade “Entidades Setoriais”Mais quatro integrantes do Conselho de Administração também receberam a premiação. Adriano Caldas, CEO da Johnson & Johnson
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