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Brasil patina na Indústria 4.0, tema da reunião do PIB global

O tema principal do Fórum Econômico Mundial de Davos este a noé a Indústria 4.0, como tem sido descrito o avanço de novas tecnologias, a exemplo da inteligência artificial, nas linhas de produção. O assunto, no entanto, não será tão confortável para o presidente Jair Bolsonaro. O Brasil é um dos países mais atrasados nessa corrida tecnológica. Ocupa a 39ª posição no mais recente ranking da Unctad, braço das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento, dos 70 países com maior emprego de robôs na indústria. Enquanto no Brasil há cerca de 10 robôs para cada 10 mil empregados industriais, na Coreia do Sul, a primeira da lista, há 350.Inovação. Robôs em ação na fábrica da MAN, em Resende: país ainda está atrasado na quarta revolução industrialUm estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no ano passado apontou que mais da metade dos segmentos industriais brasileiros tem problemas de competitividade. O trabalho cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos segmentos e comparou-os ao desempenho desses mesmos setores nas 30 maiores economias do mundo. Em geral, a produtividade dos segmentos no Brasil éinferioràm édia internacional, e há baixa inserção no comércio exterior. —Temos uma economia de baixo inv

Cientistas brasileiros criam molécula que trata e regride insuficiência cardíaca

Um grupo de pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos desenvolveu uma molécula que freia o avanço da insuficiência cardíaca e ainda melhora a capacidade do coração em bombear sangue.Ratos com quadro de insuficiência cardíaca tratados por seis semanas com a molécula, denominada SAMbA, apresentaram não só uma estabilização da doença – como ocorre com os medicamentos atuais –como ainda tiveram uma regressão do quadro. Os animais tiveram melhora na capacidade de contração do músculo cardíaco.A insuficiência cardíaca pode ocorrer em consequência de um infarto do miocárdio, quando uma artéria coronária entupida impede a oferta de sangue para parte do coração, sobrecarregando o restante do tecido. Como resultado, o órgão reduz ao longo do tempo sua capacidade de bombear sangue para o corpo.Os pesquisadores já fizeram o pedido de patente da molécula e da sua aplicação nos Estados Unidos. Ela pode eventualmente complementar ou mesmo substituir os medicamentos atuais usados para a insuficiência cardíaca, a maioria deles criada ainda nos anos 1980.O estudo com a descrição da molécula foi publicado na Nature Communications. O nome SAMbA é um acrônimo em inglês para Antagonista Seletivo da Associação de Mitofusina 1 e Beta2PKC. A SAMbA tem a capacidade de impedir a interação entre uma proteína comum na célula cardíaca, a proteína Kinase Beta 2 (Beta2PKC), e a Mitofusina 1 (Mfn1), que fica dentro da mitocôndria, compartimento da célula responsável por produzir energia.Quando interagem, a Beta2PKC desliga a Mfn1, impedindo a mitocôndria de produzir energia e, consequentemente, diminuindo a capacidade das células do músculo cardíaco de bomb
Ações contra planos de saúde triplicam em SP nos últimos 7 anos ABIMED

Ações contra planos de saúde triplicam em SP nos últimos 7 anos

Em sete anos, o número de processos contra planos de saúde triplicou em São Paulo. Segundo o Anuário da Justiça de Saúde Suplementar, as operadoras tiveram em 2017 o maior número de ações judiciais no estado, e ultrapassaram os processos contra o sistema bancário.Foram mais de 25 mil casos julgados (25.146) no estado contra cerca de 24.407 dos bancos. De acordo com os editores do Anuário da Justiça, o tema mais questionado ano passado foi a política de reajustes."Ninguém sabe muito bem como é feito o cálculo, como se chega a esse

Setor de saúde ganhará coberturas novas e mais segmentadas em 2019

As seguradoras trarão produtos novos e mais segregados para o setor de saúde em 2019.A tentativa é de reduzir riscos e diminuir o impacto dos altos reajustes da inflação médica no preço dos produtos ofertados.Com isso, o custo tende a cair até 30% para o cliente.Só em 2018, por exemplo, os preços cobrados nos seguros de saúde sofreram reajustes entre 15% a 25%, acompanhando a inflação médica do período. Segundo os especialistas, o movimento veio não somente pela crise econômica no País (que tirou mais de três milhões de pessoas das coberturas de saúde), como também pelos altos níveis de desperdícios e fraudes observados no setor.De acordo com o sócio e responsável pela área de benefícios do Grupo Thinkseg, Fabrizio Ribeiro, as expectativas para 2019 trazem a visão de um mercado mais aquecido tanto por causa da retomada econômica, como também pela criação de novos produtos por parte das seguradoras.“Uma grande massa de microempreendedores individuais (MEIs) já deram um fôlego ao setor
A tecnologia digital pode transformar todos nós em médicos? ABIMED

A tecnologia digital pode transformar todos nós em médicos?

A necessidade é normalmente considerada a mãe de todas as invenções. Para o americano Jonathan Rothberg, foi a frustração de ficar sentado por horas em salas de espera de hospitais.A filha dele sofre de esclerose tuberosa, uma doença que provoca o surgimento de cistos nos rins. Por causa disso, ela precisa fazer exames de ultrassonografia com bastante regularidade, o que envolve várias idas e vindas ao hospital.Rothberg estava convencido de que algo precisava ser feito.Ele já tinha em seu currículo um histórico de inovação: havia criado o primeiro sequenciamento de alta velocidade do DNA usando tecnologia digital, o que permitiu a muito mais pessoas ter acesso a seus próprios códigos genéticos.Dessa vez, Rothberg tinha certeza de que a tecnologia poderia oferecer uma maneira mais barata e mais fácil de realizar exames de ultrassonografia.Poucos anos depois, ele criou o Butterfly QI. O dispositivo cabe no bolso e pode ser conectado a um iPhone. Montado sobre o chip de um computador, o Butterfly QI usa milhares de minúsculos sensores, cada um mais fino do que um fio de cabelo humano. Da mesma forma que um morcego usa o som para localizar objetos, os minúsculos sensores do aparelho permitem ao usuário obter um raio X do seu corpo: do tamanho do fígado ao possível aparecimento de tumores.Rothberg diz que seu objetivo é "democratizar" a saúde, ao disponibilizar um scanner a baixo custo (US$ 2 mil ou R$ 7,5 mil) que oferece a pessoas comuns a oportunidade de fazer seu próprio diagnóstico."Não queríamos apenas capacitar os profissionais de saúde", diz ele."Nosso objetivo era que qualquer pessoa, em qualquer lugar, pudesse olhar para dentro do corpo humano", acrescenta.Se os termômetros surgiram como dispositivos médicos especializados e se tornaram tão populares, a ponto de estarem em todas as casas, argumenta Rothberg, por que o mesmo não poderia ser feito com o ultrassom? Da mesma forma que os computadores gigantes foram substituídos pelos smartphones, inovações como essa prometem transformar a saúde, ampliando o acesso à população de serviços que antes eram exclusivos de hospitais e especialistas.Para os defensores da revolução digital, estamos preparados para aproveitar o poder dos dados armazenados eletronicamente e os benefícios dos dispositivos que podem monitorar a saúde de cada indivíduo, a cada momento de cada dia.Apesar disso, os desafios são inúmeros.Embora exista um amplo otimismo de que a tecnologia aumentará a eficiência dos serviços de saúde, críticos advertem que muitas dessas inovações ainda estão no campo da "ficção científica", ou seja, parecem revolucionárias, mas, na prática, não têm resultados cientificamente comprovados."Muitos desses inventores se orgulham de suas criações, que consideram geniais, mas não medem o sucesso delas", diz Lydia Drumright, especialista em análise de dados médicos e professora da Universidade de Cambridge, uma das mais prestigiadas do Reino Unido.Realidade VirtualNo entanto, algumas dessas inovações, que a princípio poderiam parecer embustes tecnológicos, já estão sendo testadas em hospitais.Um dos exemplos é
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