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Setor de Medicina Laboratorial cresceu e gerou mais de 4 mil novos postos de trabalho em 2011

Realizada no período entre janeiro e novembro de 2011, pesquisa da Websetorial mostra que no segmento de materiais e equipamentos para medicina e diagnóstico nacionais a produção industrial nacional cresceu 12%, se comparada com igual período de 2010. No acumulado, o crescimento foi de 14%.

Dados do Ministério do Trabalho (MTE)/Caged) também apontam que em novembro as atividades industriais e comerciais do setor de materiais e equipamentos para medicina e diagnóstico geraram 4.183 novos postos de trabalho em relação ao estoque do mesmo período do ano anterior. Em novembro de 2011, o setor empregava 115 mil pessoas nas atividades industriais e comerciais que reúne. Só os serviços de complementação diagnóstica e terapêutica, que consomem os produtos comercializados pelo setor, ofereceram 10,3% mais vagas em novembro de 2011, do que o estoque verificado em dezembro de 2010.

Com relação aos preços do setor que apresentaram os maiores incrementos no mês de novembro contra outubro estão os de radiografia, 0,6% superior ao IPCA no mês que foi de 0,5%. Já as variações de preços do setor que superaram o IPCA (6%), acumuladas de janeiro a novembro de 2011, estão os serviços de hospitalização e cirurgia com o aumento mais expressivo nos preços, de 9,9% e os preços de artigos ortopédicos (7,4%).

Porém, nos 12 meses contados de dezembro de 2010 a novembro de 2011, em relação aos doze meses anteriores, os preços cobrados pelos exames laboratoriais cresceram 2,6%, índice bem abaixo do IPCA, de 5,9%.

Para 2012, o mercado de diagnóstico laboratorial deverá ser bastante movimentado com a ocorrência de novas fusões e aquisições, com o incremento de 16,2% sobre o orçamento da saúde em 2011, totalizando R$ 92,1 bilhões; e a aceleração das parcerias público-privadas (PPPs) na área de equipamentos.

Segundo Liliana Perez, presidente da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), o Ministério da Saúde investiu em 2011 ao redor de 3% do orçamento para ações e serviços na área da saúde. Portanto, a ideia de fazer parcerias público-privadas (PPPs) é uma tendência para dividir riscos e lucros”, afirma.

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