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Gestão ambiental nas instituições de saúde

A gestão ambiental é uma questão central para as instituições de saúde, especialmente por se tratar de um setor com alta geração de materiais descartados, sendo parte significativa desses classificada como resíduos tóxicos. 


A coleta seletiva de todos os materiais e o descarte correto do lixo hospitalar fazem parte das políticas de responsabilidade social e ecológica, mas outras medidas integram essa política de gestão ambiental. O uso racional de recursos naturais, com economia no consumo de água, energia elétrica e gás, permite redução nos custos e poupa esses insumos que são valiosos. Outras medidas de redução do impacto da atividade hospitalar no meio ambiente são instalação de lâmpadas econômicas, aquecedores de alto rendimento à base de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), instalação de torneiras com controle de vazão, até mesmo o processo de compras pode colaborar com a sustentabilidade ambiental.


É importante destacar a necessidade de adesão efetiva da diretoria executiva das instituições, pois sem elas nenhuma ação pode ser concretizada, bem como o treinamento voltado para os colaboradores, que são os que realmente fazem a diferença em todo o processo. A gestão ambiental faz parte da atual mentalidade empresarial – sintetizada na sigla ESG (Ambiental, Social e Governança, traduzido do inglês) – e agrega valor a uma empresa, aumentando sua reputação e credibilidade. 


A gestão correta do ecossistema hospitalar, além dos benefícios diretos, traz ganhos indiretos nos custos e na valorização da imagem corporativa de empresa. Há também uma melhora nos processos produtivos, cria-se melhores oportunidades de negócios com aumento da competitividade, e favorece o equilíbrio entre a proteção ambiental e as demandas socioeconômicas da instituição.



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