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A Telessaúde e a LGPD

Dando continuidade à primeira edição do programa Saber ABIMED de 2022, o segundo dia de evento, em 28 de janeiro, abordou o tema “Telessaúde e LGPD: com essa modalidade já incorporada de forma regular, quais são as necessidades de regulação e proteção para o setor?” 


Antonio Britto, diretor executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP) foi um dos palestrantes. Ele comentou que a área de Saúde tem obrigação de ser um setor paradigmático, standard na questão de proteção de dados. “A nenhum outro setor da atividade social e científica foi dada uma responsabilidade tão grande. Temos que ser os primeiros na adoção dos padrões corretos porque somos aqueles que recebem a maior confiança possível do cidadão”, destacou.


Também convidada a se apresentar, Larissa Leme, analista em Data Policy – Quarta Revolução Industrial no Brasil (C4IR Brasil), abordou a questão das políticas públicas em torno da telessaúde. “É muito difícil, a partir de Brasília, você desenhar uma regulamentação que funcione para o País inteiro sem entender as camadas de dificuldades”, destacou. 


O presidente executivo da ABIMED, Fernando Silveira Filho ressaltou que uma das grandes vantagens de toda a transformação digital é que nós conseguimos tangibilizar aquilo que está acontecendo na realidade. “O uso de dado real é fundamental não só para a formulação de políticas e regulações, e para a definição de modelos de gestão, mas fundamentalmente para trazer para quem é gerador dessas políticas de regulações aquilo que realmente a sociedade vive, e não aquilo que a gente imagina que a sociedade deveria viver”, concluiu.



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